Homologada licitação para obras do Aeroporto Regional

Arquivo DA


O Aeroporto Regional está sem voos comerciais desde o dia 26 de março

O resultado do processo licitatório para as obras na pista do Aeroporto Regional do Vale do Aço, em Santana do Paraíso, foi homologado. A empresa vencedora da licitação foi a LCM – Construção e Comércio S/A, que será responsável pela execução das obras. A homologação foi publicada no Diário Oficial de Minas Gerais, na edição desta sexta-feira (7).

Conforme o Diário Oficial, o diretor-Geral do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais (DEER-MG), no uso de suas atribuições e adotando a conclusão do relatório da Comissão Permanente de Licitação, homologou a concorrência para restauração do pavimento da pista de pouso e decolagem, da taxiways (faixa de pista), do pátio de aeronave e execução da nova sinalização horizontal das taxiways e do pátio de aeronaves do Aeroporto Regional.

Também consta no Diário Oficial que a obra está incluída na ação Gestão de Aeroportos Regionais de Minas Gerais e no Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG), adjudicando o objeto licitado à sociedade LCM Construção e Comércio S/A., com o preço global de R$ R$ 11.773.240,84, referente a outubro/2019. A partir da publicação da homologação, a empresa vencedora fica convocada a apresentar garantia contratual de 5% do valor do contrato, no prazo de até três dias úteis.

Obras

As intervenções no terminal estão orçadas em R$ 12.347.964,20 do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) e prevê a restauração do pavimento da pista de pouso e decolagem, da área de taxiamento, do pátio de aeronaves, além da execução de uma nova sinalização horizontal das áreas mencionadas. O edital não cita a ampliação da sala de embarque no único portão que existe no terminal e nem da esteira de bagagem.

A expectativa é que as obras listadas sejam entregues até dezembro deste ano. Dessa forma, o Aeroporto Regional poderá ficar sem voos até essa data.

Reforma provisória

Em março de 2019 foi realizada uma reforma provisória na pista do terminal, que tinha prazo de validade em setembro do ano passado. Com isso, ao fim desse prazo, seria necessário um plano de reforma estrutural da pista. No entanto, esse prazo já venceu e as obras ainda não foram iniciadas ou concluídas.

O Aeroporto Regional está sem voos comerciais desde o dia 26 de março e não há nenhuma expectativa para retomada das viagens aéreas.

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Comentários

Deividy Gonçalves dos Santos 11 de agosto, 2020 | 09:34
Alguém avisa aos desentendidos que, o problema de IPN nunca foi tamanho de pista, alias - temos umas das maiores no estado de Minas é uma das maiores do interior do Brasil , são 2004 x 45 metros ( Maior inclusive que do Aeroporto de Congonhas em São Paulo e Santos Dumont no Rio de Janeiro) o que nos permitiria operações com B737-8 e A321 para até 220 passageiros.

O que restringe IPN de operações com aviões de maior porte é as condições da pista de pouso e decolagem, taxiways e patio de aeronaves, bem como o TAMANHO DO TERMINAL que não suporta por exemplo um desembarque de 186 pessoas de um B737-800, retirar bagagem e simultaneamente, outras 186 na sala de espera aguardando permissão para embarque. Seriam quase 400 pessoas num espaço que não comparta 150. SERIA UM CAOS. Sem falar que, IPN não têm bombeiros o suficiente na secção contra-incêndio que cumpra as normas da ANAC para operações de Jatos de grande porte.

IPN sempre teve condições de operar o F100 de 108 assentos, e no caso da Azul operar o E90/95 de 118 assentos ( nunca o fez por falta de concorrência a jato - e economia, já que o ATR72 consome menos combustivel)

Povo fica comentando bobagem, eu nhein !!!!
Ricardo Resende 09 de agosto, 2020 | 16:25
Com tanto terreno desocupado próximo à cabeça da pista e não há intenção de providenciar o tamanho da pista de pouso para que se possibilite a operação de aviões maiores. Uma pena....
Juca 08 de agosto, 2020 | 18:24
A demora pra iniciar,esta meia sola neste aeroporto mostra o pouco caso que o governo tem com a regiao .a azul voltou voar para varios aeroporto em minas o vale do aco e depois dos depois quer dizer ficara por ultimo dos ultimos.
Isaías Dia Paula 08 de agosto, 2020 | 12:22
Essa reforma está aquém da importância da região, grande geradora de impostos. Vale do aço merece um aeroporto melhor. Espero que nossos representantes políticos não se dá por satisfeitos com essa meia sola e busquem recursos para ampliar a pista,o terminal de embarque, construção de estacionamento, melhorar o acesso.
Joanas 08 de agosto, 2020 | 10:44
Esta obra e uma novela e ai quando comeca ?o povo quer ver o trabalho saindo do papel.

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