Uma idosa de 84 anos, moradora do bairro Amaro Lanari, em Coronel Fabriciano, perdeu R$ 4 mil com o golpe do falso sequestro, no qual os criminosos fingem estar com um parente da vítima e cobram certa quantia de dinheiro como troca. O crime ocorreu no sábado (26).
Conforme o relatório policial, a idosa relatou que por volta das 7h20 de sábado recebeu um telefonema de um homem, dizendo que estava com sua filha e que iria matá-la, caso a idosa não fizesse um depósito de R$ 10 mil. A vítima ficou apavorada e resolveu obedecer às ordens do criminoso.
A idosa recebeu a ordem de ir de táxi até uma agência bancária do bairro Horto, em Ipatinga, e depositar em duas contas a quantia desejada. Com isso, foram feitos dois depósitos de R$ 2 mil, totalizando R$ 4 mil. Após isso, ficou combinado que a vítima depositaria mais R$ 6 mil, o que não ocorreu, por que o genro da vítima interferiu e descobriu todo o golpe.
Na terça-feira passada, dia 23 de junho, outra idosa, em Ipatinga, foi
vítima do falso sequestro e perdeu R$ 70 mil. A principal orientação da polícia é que os familiares orientem seus parentes idosos sobre a ocorrência desse tipo de golpe.
Outro golpe Um homem de 40 anos, morador do bairro Canaã, em Ipatinga, perdeu R$ 1.500 em um golpe que envolvia a compra de um carro. A vítima relatou que viu no Facebook o anúncio de um VW Gol, ano 2003, no valor de R$ 9.450, porém, com o pagamento a vista, ficaria por R$ 9 mil.
Conforme a vítima, tal veículo estava sendo vendido por uma suposta agência de Governador Valadares. Durante as negociações, o vendedor solicitou o valor de R$ 1.500, como entrada para assegurar a venda e retirar o anúncio das mídias sociais. O homem, de 40 anos, concordou e realizou o pagamento por meio do PIX.
Ao demorar para o vendedor responder, a vítima desconfiou e tentou fazer contato novamente sobre a venda do carro, sendo que o suposto vendedor respondeu dizendo que o antigo dono do veículo estava com um novo cliente na agência vendendo o carro.
Com isso, para assegurar a venda, era preciso que a vítima fizesse outro pagamento por meio do PIX no valor de R$ 2 mil, o que não ocorreu, já que o comprador percebeu que era um golpe.
A vítima também relatou que chegou a passar os dados pessoais, como número do RG, CPF e comprovante de endereço, além do número de telefone da sua esposa para o golpista.
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