População do Pedra Branca, em Ipatinga, se mobiliza para combater o fogo

27/09/2024 às 15:39
Um incêndio de grandes proporções consome a vegetação do maciço do Pedra Branca, localizado na área rural de Ipatinga, logo após o distrito de Barra Alegre. Imagens na qual a reportagem teve acesso nesta sexta-feira (27) mostram o cenário desolador.

Enviada ao Diário do Aço
Fogo desce em direção às residências
Conforme apurado pelo Diário do Aço, desde a noite passada os moradores da região já se preocupavam com a fumaça que vinha subindo, originária do município de Santana do Paraíso, que abriga parte do maciço.

Diante da situação, liderados por Ozani Januário, moradora da região, um grupo de voluntários subiu o morro do Pedra Branca para evitar que o fogo que consome toda a vegetação daquela elevação alcance as propriedades e as moradias do bairro.

“Trata-se de um trabalho difícil, perigoso, feito numa região com muitos aclives, realizado em condições muito precárias”, informou uma fonte do jornal.

Moradores relataram que, durante toda a noite, cinzas eram levadas para a localidade. Já na manhã de hoje, o fogo atingiu o topo do maciço e desceu pelas encostas que chegam ao bairro.

O maciço possui mais de 400 metros de altura e abriga amplas reservas naturais com árvores centenárias. Existem várias nascentes em toda região, além de espécies animais ameaçadas.

“Com consternação e sem ter o que fazer, a população acompanha com apreensão o avanço do fogo, que pode inclusive, chegar a área urbana da localidade”, afirma Antônio Nahas, morador da região.

Um incêndio de grandes proporções consome a vegetação do maciço da Pedra Branca, localizado na área rural de Ipatinga, logo após o distrito de Barra Alegre

Leia a matéria: www.diariodoaco.com.br/noticia/0118...

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— jornaldiariodoaco.bsky.social (@jornaldiariodoaco.bsky.social) 27 de setembro de 2024 às 15:58


Enviada ao Diário do Aço
Incêndio tomou grandes proporções

Malefícios das queimadas e fumaça
Nesta sexta-feira, o jornal Diário do Aço publicou a reportagem Incêndios reduzem a qualidade do solo e geram risco de deslizamentos no período chuvoso, com um alerta sobre os danos ambientais causados pela sequência de queimadas.

Esta semana, também foi publicada pelo jornal, a reportagem Casos de síndrome respiratória aumentam em 15% no Vale do Aço, em que é mostrado, entre os fatores dos problemas respiratórios, o excesso de fumaça das queimadas.


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