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Dados da pasta apontam que, em 2023, 74,8% dos criadouros do mosquito da dengue estão nos domicílios
A Região Centro-Oeste do Brasil deve registrar nível epidêmico de dengue em 2024, conforme previsão divulgada nesta sexta-feira (8) pelo Ministério da Saúde. “Temos muitas pessoas que, por uma situação menor, não tiveram a doença – principalmente crianças e idosos. São os grupos que mais nos preocupam”, avaliou a secretária de Vigilância em Saúde, Ethel Maciel.
Outro alerta da pasta vale para a região Sudeste, sobretudo para os estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, onde há potencial epidêmico para a dengue em 2024. No Sul, o Paraná foi classificado como estado com potencial muito alto para casos de dengue e, no Nordeste, os casos devem aumentar, mas abaixo do limiar epidêmico. “Vamos seguir monitorando”, disse a secretária.
MosquitoDados do Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) indicam que 1.506 de um total de 4.976 municípios analisados têm classificação de alerta para infestação do mosquito – o equivalente a 30,2%. Além disso, 189 municípios ou 3,7% têm classificação ainda mais alta, de risco. O restante (3.281 ou 65,9%) obteve classificação satisfatória.
RegiãoO 4º LIRAa do ano em Timóteo mostrou um índice de infestação de 4,5% do mosquito transmissor da dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela. Longe do índice preconizado pelo Ministério da Saúde, que é abaixo de 1%.
Em Coronel Fabriciano, o último levantamento mostrou que a cidade possui 2,7% de índice de infestação.
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