Um “cliente” comprava lanches em um estabelecimento comercial em Ipaba, simulava pagamento via Pix, recebia os alimentos e não concluía o pagamento. O golpe “deu certo” para o estelionatário por mais de dez dias, mas a “casa caiu” neste fim de semana e terminou em ocorrência policial e vexame.
A vítima foi um comerciante de 24 anos. Ele relatou que é proprietário de uma lanchonete e um indivíduo teria feito pedido de lanches por aplicativo, efetuando o pagamento via Pix, porém, o pagamento relativo ao pedido não constava no extrato da empresa e o comprovante de pagamento enviado era falso.
O acusado da farsa, C.F.S., de 25 anos, aguardava a entrega do pedido. Policiais acompanharam o entregador da empresa. Quando foi efetuada a entrega da encomenda, o acusado foi abordado por policiais e questionado sobre o pagamento do alimento adquirido.
Ele não soube explica e tampouco apresentou um comprovante. Enquanto policiais faziam a abordagem, o jovem tentou destruir seu telefone celular, usado para aplicar o golpe.
Em um levantamento feito junto à vítima, o comerciante explicou que desde o dia 5 de outubro deste ano era vítima do golpe do Pix, mas somente depois de realizar uma auditoria foi possível constatar todos os golpes aplicados, totalizando R$694,51.
Com os fatos constatados e o telefone celular apreendido, o acusado do golpe foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia.
Nos últimos meses vários outros comerciantes foram vítimas do falso pagamento via Pix. A orientação da polícia é que nenhuma compra seja considerada concluída, antes da confirmação da entrada do pagamento na conta da empresa.
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