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Desde o mês de outubro, trabalhadores em educação têm discutido a redução de turmas do ensino fundamental, pelo Estado de Minas Gerais
O Governo do Estado de Minas Gerais cortou quase 400 vagas nas escolas da rede estadual de ensino, fechando turmas de 1° ano em pelo menos oito escolas em Ipatinga. O corte de turmas ocorreu em escolas como Chico Mendes, Almirante Toyoda, Haydée Maria Imaculada, entre outras.
Por outro lado, o município de Ipatinga já afirmou que não tem como absorver a demanda na rede municipal, conforme
noticiado no começo do mês. A informação é da diretoria da subsede do Sindicato Único dos
Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUte).
Conforme a entidade que representa os trabalhadores do setor, “com a mobilização das comunidades, dos trabalhadores em Educação e do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais, em todo o Estado, houve alguns recuos da Secretaria Estadual de Educação, a partir da primeira proposta do Plano de Atendimento.
Ainda assim, os cortes evidenciam de forma inequívoca a política de desmonte do Estado em relação à educação. Cumpre pontuar que a supressão das vagas não correspondeu a abertura de vagas suficientes em outras unidades escolares”, informa nota enviada à imprensa pelo Sind-Ute.
Conforme o sindicato, em razão do corte nas vagas, o Sind-Ute irá protocolar uma denúncia no Ministério Público, detalhando a situação. O encaminhamento foi definido em audiência pública, realizada em outubro, na Câmara Municipal de Ipatinga, com a participação da presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, Beatriz Cerqueira.
O que já foi pulicado pelo Diário do Aço:
Estado ''força'' a municipalização do ensino, diz prefeito ipatinguense
Ensino passará por reorganização do atendimento, afirma superintendente