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02 de novembro, de 2018 | 09:01

Incendiada a casa de assassino de ex-aluno da Apae em Timóteo

Imóvel foi destruído pelas chamas na madrugada desta sexta-feira e a suspeita é que seja um ato de retaliação pelo que fez o acusado

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A casa incendiada fica próxima de onde foi achado o corpo do ex-aluno da ApaeA casa incendiada fica próxima de onde foi achado o corpo do ex-aluno da Apae

A hipótese de ato criminoso não é descartada pela polícia assim que a casa de Breno Caetano Pinto, de 39 anos, se incendiou na madrugada desta sexta-feira (2). O imóvel é localizado na avenida Acesita, 2.990, no bairro Nossa Senhora das Graças, e é onde teria ocorrido a morte do ex-aluno da Apae Marcos Vinícius Silva Rodrigues, de 24 anos, assassinado a pauladas por Breno no início da semana, como confessou ele ao ser preso pela Polícia Militar.

Por volta das 2h, populares acionaram a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar informando que uma casa estava em chamas. Os militares dos bombeiros combateram e apagaram o fogo, contudo o imóvel ficou parcialmente destruído com o desabamento do telhado, as paredes com várias rachaduras e os móveis danificados.

O perito da Polícia Civil, Matheus Sena, esteve no local e fez os trabalhos periciais para tentar detectar a origem do incêndio, como apurou o Diário do Aço. Devido a situação do imóvel, não foi possível definir como começou o fogo, mas não descartou uma origem criminosa do sinistro.

O proprietário do imóvel informou que acredita ter sido um ato de retaliação pelo que fez o seu enteado, Breno Caetano, que confessou ter matado a pauladas o ex-aluno da Apae, Marcos Vinínicius, na noite de segunda-feira (29/10). O corpo da vítima foi localizado na margem do ribeirão Timóteo, que passa nos fundos da casa onde ocorreu o crime.

Breno foi preso em um cerco da PM após ele retornar para Timóteo depois de passar a noite em Ipatinga. O até então suspeito confessou o crime, alegando que matou Marcos ao pensar que fosse algum invasor que entrava na residência. Breno contou que estava ameaçado de morte e só reconheceu a vítima após agredi-la violentamente a pauladas. Depois arrastou o corpo até a margem do ribeirão, limpou marcas de sangue no chão e fugiu.


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