27 de abril, de 2026 | 08:25
Servidores iniciam greve em frente à prefeitura de Ipatinga
Enviada ao Diário do Aço
Paralisação dos servidores por melhores condições de trabalho e contra atrasos em pagamentos tinha sido anunciada semana passada
Paralisação dos servidores por melhores condições de trabalho e contra atrasos em pagamentos tinha sido anunciada semana passada Foi dado início na manhã desta segunda-feira (27), conforme já previsto, o movimento de greve dos servidores de Ipatinga. Os trabalhadores se reúnem em uma rotatória entre as avenidas Carlos Chagas e Simon Bolívar, em frente à prefeitura, no bairro Cidade Nobre. A greve tinha sido anunciada semana passada, conforme noticiado pelo Diário do Aço.
De acordo com o Sindicatos dos Servidores Municipais de Ipatinga (Sintserpi), a decisão ocorre diante da falta de avanço nas tratativas, especialmente em relação à recomposição salarial e demais pautas apresentadas ao Executivo.
Segundo o comunicado, a paralisação seguirá os trâmites legais e será conduzida de forma pacífica, com a manutenção mínima de 30% do efetivo em atividade, garantindo o atendimento de urgência e dos serviços considerados essenciais.
Enviada ao Diário do Aço
Em nota enviada ao Diário do Aço dia 24/4, o governo afirmou que analisava 'com atenção e senso de urgência', os pontos apresentados pelo sindicato que motivaram a decisão pela paralisação
Em nota enviada ao Diário do Aço dia 24/4, o governo afirmou que analisava 'com atenção e senso de urgência', os pontos apresentados pelo sindicato que motivaram a decisão pela paralisaçãoReivindicações
A categoria aponta atrasos recorrentes nos pagamentos de profissionais médicos, condições de trabalho consideradas precárias em unidades públicas e denúncias de assédio moral no ambiente de trabalho.
O sindicato também alega atrasos de férias, atraso de pagamento de horas extras, rescisões contratuais desde junho de 2025 sem pagar, falta da implantação de uma proposta que foi oferecida pela própria prefeitura aos cargos administrativos, e pagamento parcial do incentivo financeiro aos Agente Comunitário de Saúde (ACS).
Outro ponto destacado é o aumento de afastamentos por adoecimento, associado à sobrecarga e às condições de trabalho. Os servidores ainda citam a falta de implantação de proposta alternativa para cargos administrativos e o pagamento parcial do Incentivo Financeiro Adicional (IFA) para agentes de combate a endemias e agentes comunitários de saúde, em desacordo com legislação municipal.
Além disso, os trabalhadores afirmam que os índices de reajuste salarial apresentados não garantem a recomposição das perdas acumuladas.
O que diz o governo
Em nota enviada ao Diário do Aço na última sexta-feira (24), o governo pontuou que está analisando, com atenção e senso de urgência”, os pontos apresentados pelo sindicato que motivaram a decisão pela paralisação.
Neste momento, as equipes técnicas avaliam as medidas cabíveis, dentro dos limites legais e orçamentários, com o objetivo de buscar alternativas que contribuam para o atendimento das demandas, sem prejuízo à continuidade dos serviços essenciais prestados à população”, afirmou a nota.
A equipe do Executivo garante que permanece aberta ao diálogo, de forma transparente e responsável, visando a construção de soluções que garantam o bom funcionamento da administração pública e a adequada prestação dos serviços à comunidade”.
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Amadeu
27 de abril, 2026 | 09:02Kd o prefeito pra manifestar...deve está fazendo um turismo. ...esse ano tem eleições...seu irmão vai ser bem votado igual o Robertinho.....”