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06 de abril, de 2026 | 16:21

Último réu do caso das irmãs assassinadas em Ipatinga é condenado a 95 anos de prisão

Reprodução
As irmãs Elisangela Ribeiro da Cruz, de 50 anos, e Camila Keila Ribeiro da Cruz, de 34 anos, foram brutalmente aassassinadas em janeiro de 2024, quando fizeram contato com um grupo criminoso no bairro EsperançaAs irmãs Elisangela Ribeiro da Cruz, de 50 anos, e Camila Keila Ribeiro da Cruz, de 34 anos, foram brutalmente aassassinadas em janeiro de 2024, quando fizeram contato com um grupo criminoso no bairro Esperança

Levado a julgamento nesta segunda-feira, pelo Tribunal do Júri da Comarca de Ipatinga, Marcelo Augusto Rodrigues, de 20 anos, foi sentenciado a uma pena de 95 anos e 4 meses de prisão pela morte das irmãs Elisangela Ribeiro da Cruz, de 50 anos, e Camila Keila Ribeiro da Cruz, de 34 anos. No julgamento, a 11ª Promotoria de Justiça de Ipatinga foi representada pelo promotor de Justiça Jonas Junio Linhares Costa Monteiro.

O Conselho de Sentença acolheu integralmente todas as teses sustentadas pelo Ministério Público, reconhecendo a responsabilidade do réu pelos crimes de extrema gravidade narrados na denúncia.

O representante do MP lembrou que o caso, que gerou grande comoção social em Ipatinga e região, especialmente pela extrema violência praticada contra duas mulheres, refere-se aos fatos ocorridos em janeiro de 2024, quando as vítimas foram brutalmente assassinadas após serem mantidas em cárcere privado, submetidas a violência física e sexual e, posteriormente, executadas com disparos de arma de fogo. Os detalhes da investigação foram divulgados pela Polícia Civil no dia 5 de fevereiro.

Último a ir a julgamento

Marcelo Augusto foi condenado por homicídio qualificado, praticado por motivo torpe (uma vez que os autores mataram as vítimas em razão de retaliação decorrente de desentendimento por questões financeiras), com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, além de ter sido reconhecida a finalidade de assegurar a ocultação e impunidade de outros crimes, bem como o uso de arma de fogo de uso restrito. Também foi condenado pelos crimes de sequestro e cárcere privado qualificado e furto qualificado, todos praticados em concurso de pessoas e em continuidade delitiva.

Outros denunciados julgados e um assassinado

Inicialmente, também figuravam como denunciados Miguel Alves Nascimento, Leonardo Victor Citadino da Costa e Miguel Leonardo Fernandes de Almeida.

No curso do processo, Miguel Leonardo foi assassinado em Governador Valadares antes mesmo do oferecimento da denúncia. Ele tinha fugido parar Valadares. Também foi denunciado, julgado e condenado Leonardo Victor, que foi morto no Ceresp de Ipatinga em janeiro deste ano.

Os demais envolvidos já haviam sido julgados anteriormente. Miguel Alves Nascimento foi condenado a 86 anos e 8 meses de prisão, enquanto Leonardo Victor, antes de seu falecimento, havia sido condenado a 96 anos e 8 meses de prisão. Com a condenação de Marcelo Augusto Rodrigues, encerra-se a responsabilização penal de todos os réus relacionados ao caso.

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Comentários

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Jackson

08 de abril, 2026 | 10:24

“Meus parabéns ao doutor Jonas Júnior homem sério e justo, faz justiça ser feita , meus parabéns aos investigadores e ao delegado, graças a Deus vai amenizar o sofrimento da família, pena que a corregedoria é o judiciário de Ipatinga com 67 meses não solucionou o o assassinato do meu irmão o advogado jaquesley Martins de Almeida morto em sua casa en Santana do paraíso en 2020 , destruiu nossa família, todos tomando remédio controlados, pela impunidade , dos suspeitos que participaram da execução e o suspeito de ser o mandante todos livres e felizes , lamentável,”

Noticia Boa

07 de abril, 2026 | 14:30

“Noticia boa de se lê! Lamentavel não ter pena de morte para as setenças serem iguais.”

Mudinho

07 de abril, 2026 | 10:36

“parabens para
o promotor de justiça
e o magistrado de comarca nessa condenacao ,mesmo sabendo que no brasil a legislaçao nao permite uma cadeia acima de 30 anos,que pelo menos esse verme maldito fique os 30 anos pra refletir sobre o crime praticado. nao existe explicacoes e motivos pra justicar o crime praticado contra essas mulheres ,nao sou de dejar mal pra ninguem pq isso pode voltar contra a gente ,mas se esse pilantra morrer na cadeia vai ajudar mto,pq nao sera sustentado por nos ,nao recebera as regalias e beneficios de remissao de pena e menos um desgraçado pra ser vigiado 24 hs por dia..a justiça fez a sua parte e tomara que as instancias superiores mantenham essa condenaçao,pq no brasil e dificil em acreditar em cumprimento integral de condenaçao,existem muitos previlegios pra bandidos . que deus faça justica pela familia dessas vitimas .”

Tião 3 Pernas

07 de abril, 2026 | 10:14

“Uma pena justa, cumprir um terço não vai ser moleza e se cumprir, porque duzentão assassino na cadeia não tem vez.”

Gilson Nunes

06 de abril, 2026 | 23:09

“Crime bárbaro , é fato.
Mais essa pena é só pra impressionar, pois não fica preso nem um terço dessa pena.”

Dentista

06 de abril, 2026 | 22:27

“Ja ja esta chegando a hora do querido do papai que negou socorro no atropelamento morro da usipa, e deixou o jovem a própria sorte na qual não foi contemplado.deixou o rapaz sangrar ate a morte.atitude estúpida, podre, afiançada pelo inimigo das puras almas, canalha, protegido pelo genitor da pior espécie, que lhe seja concedida bastante vida e saúde para que todos os dias da vida dele , ao deitar, lembre da agonia da morte do rapaz e do filhote preso.quando se poe ja balança, acho que o papai do dentista vai ter uma prisão psicológica pior do que o assassino bêbado.
Ah lembrando paizinho que sua atitude ajuda a aumentar ainda mais a pena do filhote.
Durma bem.”

Justiceiro

06 de abril, 2026 | 18:22

“O promotor Jonas junio é muito bom se todos tribunais tivesse um promotor igual ele a bandidagem ia temer a justiça ,com ele o criminoso pode preparar o psicológico pra passar uns longos anos na prisão e o melhor o criminoso é levado a júri muito rápido”

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