Golpistas estão criando falsos boletos para obter dinheiro de vítimas, conforme relatou uma mulher de 56 anos, moradora do distrito de Barra Alegre, Ipatinga. O fato, narrado à reportagem do Diário do Aço, aponta o seguinte:
M.S.A. contou que recebeu uma mensagem pelo WhatsApp, na qual uma pessoa se passou por sua filha, que mora em outra cidade.
A suposta filha informou que precisava pagar um boleto referente à compra de roupas, mas que não conseguia realizar o pagamento devido ao limite do seu Pix. Em seguida, enviou o boleto para a vítima, no valor de R$ 3.250.
Acreditando que estava conversando com sua filha, a mulher utilizou o aplicativo de seu banco para quitar a dívida. O fato ocorreu no dia 2 de maio, mas somente no sábado (17), ao encontrar-se com a filha, ela descobriu que havia sido vítima de um golpe.
A vítima procurou o Banco do Brasil, onde tem conta, e foi orientada a registrar um boletim de ocorrência. M.S.A. afirmou à reportagem que não tinha conhecimento desse tipo de golpe. Na prática, esse tipo de estelionato ocorre com frequência e com variações, conforme tem sido noticiado com frequência pelo jornal.
Já se sabe que no golpe relatado pela ipatinguense, o boleto era falso e que o QR Code apresentado visava apenas transferir dinheiro para a conta de uma pessoa física, no estado de Goiás.
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