Wellington Fred
Levantamento da PMMG mostrou a rota de fuga da dupla e os dois homens foram presos no fim da noite passada em um hotel em Guanhães
Os dois homens vistos fugindo em uma motocicleta Honda Biz, depois de executarem a tiros o gesseiro Amós Celestino da Silva, de 30 anos, foram presos. Eles confessaram o crime e, inicialmente insistiram na versão de que o assassinato foi resultado de um desentendimento no trânsito. Depois mudaram a versão. Um dos homens desconfiava que o gesseiro tinha um caso com sua esposa.
Veja a atualização da notícia:
Não foi briga de trânsito: foi crime passional. Entrevista com oficial do 14º BPM revela o que foi apurado sobre o assassinato de Amós Celestino, no Cidade NobreO crime praticado na rotatória da avenida Carlos Chagas, entrada para a avenida Felipe dos Santos, foi
noticiado no começo da noite de ontem pelo jornal Diário do Aço e, desde o começo, havia dúvidas acerca da real motivação para o homicídio.
Depois do crime, no fim da noite de quarta-feira (10) o comando do policiamento na cidade de Guanhães foi alertado pelo 14º Batalhão da PM que os possíveis autores do homicídio em Ipatinga tinham fugido sentido àquela cidade. As equipes passaram a fazer buscas e os acusados do crime foram encontrados hospedados em um hotel da cidade. Eles chegaram a Guanhaes em uma Toyota SW4 com placas de Ipatinga, depois de abandonarem a moto usada no momento do crime.
Foram recolhidos com os investigados, três telefones celulares, uma máquina de cartão bancário, objetos, documentos, cartões e dinheiro. Também a moto usada no momento do crime e a arma de fogo foram apreendidas em Ipatinga.
Wellington Fred + reprodução
Amós Celestino da Silva, de 30 anos foi perseguido e assassinado a tiros na noite de quarta-feira
Um dos presos, Fernando Carvalho de Lima, de 40 anos, confessou ter efetuado seis disparos contra um homem em Ipatinga, tendo relatado que o fez após uma briga de trânsito. Depois acabou por confessar o crime passional.
Juliano Rodrigues da Silva, de 35 anos, que acompanhava Fernando, afirmou que foi chamado pelo seu conhecido para irem buscar um veículo, quando houve a briga no trânsito e Fernando atirou na vítima. Juliano também alegou desconhecer que Fernando estivesse armado.
Com a confissão, os dois foram presos e recambiados para Ipatinga. O veículo em que estavam foi removido ao pátio credenciado. Além das equipes da Polícia Militar, que efetuaram a prisão dos envolvidos, também a equipe da Delegacia de Homicídios acompanhou o caso desde o começo.
Veja também:
Assassino de Tiago Brito é condenado a mais de 29 anos de cadeia pelo Júri em Ipatinga