28 de dezembro, de 2020 | 19:20
Covid-19: Brasil ultrapassa 7,5 milhões de casos
Painel do Ministério da Saúde mostra 191.750 mortes registradas até essa segunda-feira (28); Outras 6.568.898 pessoas já se recuperaram da doença
Com informações da Agência BrasilO Brasil ultrapassou a marca de 7,5 milhões de casos de covid-19. Com 20.548 novos diagnósticos positivos da doença registrados nas últimas 24 horas, o país chegou a 7.504.833 pessoas infectadas desde o início da pandemia do novo coronavírus. No domingo (27), o painel do Ministério da Saúde trazia 7.484.285 casos.
Os dados estão na atualização diária feita pela pasta e divulgada na noite desta segunda-feira (28). O balanço reúne informações levantadas pelas secretarias estaduais de saúde de todo o país.
De acordo com a atualização, o total de mortes provocadas pelo novo coronavírus atingiu 191.750. Nas últimas 24 horas, foram registradas 431 novas vítimas fatais da pandemia. Até ontem, o sistema marcava 191.139 óbitos. Ainda há 2.439 óbitos em investigação.
Os dados do Ministério da Saúde apontam também 744.635 pacientes em acompanhamento e 6.568.898 pessoas que já se recuperaram da doença.
Em geral, os registros de casos e mortes são menores aos domingos e às segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras, os totais tendem a ser maiores pelo acúmulo das informações do fim de semana enviadas à pasta.
Estados
No topo da lista de mortes por covid-19 estão os seguintes estados: São Paulo (45.902), Rio de Janeiro (24.942), Minas Gerais (11.605), Ceará (9.954) e Pernambuco (9.588). Já entre os últimos no ranking estão Roraima (773), Acre (789), Amapá (907), Tocantins (1.226) e Rondônia (1.765).
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Vacina tem impacto que precisa ser bem esclarecido, diz Bolsonaro
O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo (27) que existem quatro laboratórios desenvolvendo estudos clínicos de vacinas no Brasil. O post, no entanto, ressalta que nenhum deles apresentou o pedido de uso emergencial ou de registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Temos pressa em obter uma vacina, segura, eficaz e com qualidade, fabricada por laboratórios devidamente certificados. Mas a questão da responsabilidade por reações adversas de suas vacinas é um tema de grande impacto, e que precisa ser muito bem esclarecido”, afirma o presidente.
Bolsonaro afirmou ainda que, caso exercesse pressões pela vacina, seria acusado de interferência e irresponsabilidade.
Tão logo um laboratório apresente seu pedido de uso emergencial, ou registro junto à Anvisa, e esta proceda a sua análise completa e o acolha, a vacina será ofertada a todos e de forma gratuita e não obrigatória”.
Plano de Vacinação
Até esse domingo 40 países já tinham iniciado a vacinação contra a covid e a Argentina anunciou que iniciará a vacinação na próxima terça-feira (29/12).
Questionado sobre a situação do Brasil, em entrevista ao programa Brasil em Pauta, da TV Brasil, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que todos os estados receberão a vacina simultaneamente. "Independentemente da quantidade da vacina, ela será distribuída igualitariamente dentro da proporcionalidade dos estados".
A previsão do Ministério da Saúde é que 24,7 milhões de doses de vacinas estejam disponíveis em janeiro. O cronograma de distribuição e imunização é um anexo do nosso plano de imunização", disse Pazuello, ao acrescentar que o cronograma pode sofrer mudanças. "Você faz a previsão quando contrata, mas às vezes adianta, às vezes atrasa, e a gente vai atualizando esse cronograma."
A expectativa de Pazuello é que alguns grupos prioritários comecem a receber a primeira dose da vacina contra a covid-19 no fim de janeiro. A vacinação em massa deve começar a partir de fevereiro.
Segundo o ministro, a vacinação da população em geral deve começar cerca de quatro meses após o término da imunização dos grupos prioritários.
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Bolsonaro 2022
28 de dezembro, 2020 | 16:49Cala boca burro ...... petista ...”
Carlos Roberto
27 de dezembro, 2020 | 07:18A QUEDA DA BESTILHA
Quando foi eleito pela igreja, o Messias achou que Deus o sustentaria, que seu governo seria um sucesso, que nunca mais a família Bolsonaro deixaria o poder. Ele construiu a sua BESTILHA. Tudo indica que o santo dos evangélicos não possui nenhuma afinidade com o Divino, o negócio azedou, ele está desmoralizado, acuado por um vírus e pelo tal Dória. Ele entrou em parafuso, mente, remente, mas não desmente. Isto fica para seus capachos capitaneados pelo General Pançuduello. E ai, Bolsonaro não teve outro caminho além de buscar aliados no Congresso, precisamente aqueles para os quais o desvio de dinheiro público não é um pecado capital, apenas um empréstimo. Aleluia! Ele achou o Centrão e os políticos evangélicos, que por serem avessos a questões de ética e moral, toparam seguir o Mito. Óbvio, a moeda de troca todos sabemos, as negociatas feitas na calada da noite e nos porões da criminalidade. Bolsonaro é um delinquente na concepção da palavra, e a BESTILHA erguida por ele está prestes a ruir, é só questão de tempo. Como não sabe lidar com coisas sérias, ele está tomando uma surra do Coronavirus, o espancamento está afetando suas faculdades, a Covid está patrocinando um linchamento público desta figura bizarra gerada na barriga da igreja evangélica. A estupidez assassina desta hiena faz ele produzir pérolas da imbecilidade como: "Pergunta pro vírus!"
A vacina contra a tolice precisa ser produzida com urgência para imunizar Bolsonaro e seus párias, eles são o maior risco para a humanidade, o Brasil está sendo isolado, pois nenhum líder mundial que se prese quer ter contato com este animal. Como Bolsonaro é um pesquisador de fama mundial, com uma inteligência raríssima, há a escolha do cidadão em se medicar com remédios indicados por ele. Ele, inclusive, já lançou o seu "KIT COVID", criado pelo médico Guido Cespedes que morreu em 02/12, da doença, onde a bendita Cloroquina é o carro chefe do pacote. Como todos sabem, a cloroquina tinha uma vantagem estratégica, pois o Exército já produzia o medicamento para combater a malária entre os soldados em missões na selva, e para evitar surtos entre populações ribeirinhas. Imagina a informação de que Bolsonaro descobriu, neste medicamento, a cura, circulando na cabeça de gente de baixa cultura, ele ?sairia como herói? e ainda ?faria o povo adorar os militares?. Bingo! O gênio da lâmpada brilhou! Daí, ele mandou o exército produzir milhões de cápsulas de cloroquina. E O EXÉRCITO TOPOU. O Exército produziu 3 milhões de comprimidos de cloroquina, mas como ele é muito burro, faltou o básico, combinar com o vírus. A Cliroquina encalhou. Ele, vírus, está fazendo arrastões, contaminando milhares, e avançando sobre a BESTILHA onde um besta arrogante se considera imune. A guilhotina já está sendo montada nos palcos das urnas, lá vamos comemorar vendo a cabeça de Bolsonaro sendo disputada como prêmio pela coragem do povo em levar a cabo a guerra contra a imbecilidade. E o kit? Tomar ou não tomar?”