Nuvem de gafanhotos permanece na Argentina


O monitoramento do deslocamento da nuvem de gafanhotos que ocorre na América do Sul mostra que, com as condições climáticas desfavoráveis, a possibilidade da entrada da nuvem no território do Rio Grande do Sul é pequena.

Atraídos pelo clima seco e quente, acredita-se que os insetos não desviaram do Rio Grande do Sul, atingido por uma massa de ar polar desde quinta-feira (25). Os gafanhotos só agem durante o dia e não gostam nem do frio e nem da umidade, explicam pesquisadores.

O fiscal estadual agropecuário Juliano Ritter, que atua na Fronteira Oeste, conta que, em Barra do Quaraí, possível porta de entrada da nuvem no Estado do Rio Grande do Sul, as condições são de vento sul e sudeste de até 25km/h, e frio.

"Essas são condições desfavoráveis para o ingresso da praga. Nenhum (gafanhoto) foi encontrado", relata. Ainda de acordo com o fiscal, as últimas informações passadas pelo serviço argentino dão conta de que a nuvem permanece revoando na província de Corrientes.

Já publicado:
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