Polícia Civil de Fabriciano esclarece execução de casal

Crime foi motivado depois das vítimas encontrarem drogas escondidas no Santa Terezinha e que pertenciam a traficantes

A Polícia Civil de Coronel Fabriciano anunciou nessa terça-feira (19), que concluiu o inquérito sobre as mortes de Humberto David Lage, de 32 anos, e Neide Pires Silva, de 46 anos, ocorridas no dia 16 de outubro, na rua Paracatu, bairro Santa Terezinha. Os dois indiciados pelo crime são dois homens recolhidos no Presídio de Coronel Fabriciano.

A investigação comandada pelo delegado Washington Moreira aponta que o casal teria sido morto pelo fato de ter encontrado em um esconderijo, uma quantidade de entorpecente de propriedade de traficantes que atuam no bairro. Ao saber deste fato, G.J.S de 21 anos, e W.L.N de 39 anos, foram até a residência das vítimas com o intuito de assassiná-las.

Os investigados, que estavam presos, aproveitaram-se do benefício da saída temporária do Dia das Crianças para vingar a subtração das porções de drogas. Conforme o relatório policial, no dia dos fatos, um indivíduo de 35 anos, que mora próximo ao local de onde as vítimas foram mortas, chegou a ser apontado como suspeito. Ele teve uma discussão com o casal pouco antes do crime.

Essa pessoa chegou a ser conduzida para prestar esclarecimentos na delegacia de Polícia Civil. Entretanto, a investigação não confirmou a participação do suspeito na execução de Humberto e Neide. As vítimas foram encontradas mortas sobre a cama. Ambos os corpos foram atingidos por diversos disparos de arma de fogo.

O casal assassinado seria usuário de drogas e apenas Humberto tinha passagens policiais por causa de delitos. Os investigados pela morte das vítimas, G.J.S. e W.L.N. estão recolhidos ao presídio de Coronel Fabriciano, onde se encontram à disposição da Justiça, como informou ao Diário do Aço o delegado Washington Moreira.
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