08 de abril, de 2019 | 15:24
Reforma emergencial do aeroporto regional é concluída
Retomada das operações com voos comerciais,entretanto, depende de inspeções da reforma
Divulgação DEER
As intervenções foram concluídas antes do prazo e a Azul Linhas Aéreas já vistoriou a pista de pousos e decolagens para, em breve, voltar a operar voos no local
As intervenções foram concluídas antes do prazo e a Azul Linhas Aéreas já vistoriou a pista de pousos e decolagens para, em breve, voltar a operar voos no localA Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop) e o Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER), anunciam que entregaram, nesta segunda-feira (8), as obras no Aeroporto Regional do Vale do Aço. As intervenções foram concluídas antes do prazo e a Azul Linhas Aéreas já vistoriou a pista de pousos e decolagens para, em breve, voltar a operar voos no local.
As obras de reparo começaram em 19 de março e a empresa possuía, por contrato, 30 dias corridos para conclusão. No dia 29 de março, foram finalizados os serviços de fresagem de segmentos da pista, com substituição do material de base e reposição da capa asfáltica. Nos pontos mais críticos, foram feitos procedimentos profundos para recompor a base, a sub-base e reforçar a estrutura.
Na sequência, foi feita limpeza para execução dos serviços de sinalização horizontal - tanto na pista quanto na área de estacionamento de aeronaves. Com a finalização das obras, a Azul Linhas Aéreas, empresa que opera no local, planeja antecipar o retorno da operação, anteriormente agendado para o dia 2 de maio.
"As melhorias foram concluídas com êxito, atendendo aos requisitos técnicos. A resolução rápida do problema é uma ótima notícia, já que o aeroporto tem grande importância para o desenvolvimento regional do Vale do Aço", destaca o subsecretário de Regulação de Transportes da Setop, Diogo Prosdocimi.
No dia 2 de abril, em vistoria no local, com participação de representantes da Setop, da Azul e da Socicam, administradora do aeroporto, além de representante da EMPAV - Empreendimentos e Pavimentação Ltda -, executora da obra, foi produzido relatório sobre as condições operacionais da pista, a ser analisado pela Anac para liberação definitiva do aeroporto.
Histórico
Em 15 de fevereiro, a Azul Linhas Aéreas decidiu pela paralisação das atividades no aeroporto, em função das más condições operacionais da pista. Tão logo foi comunicada, a Setop tomou providências imediatas, incluindo visitas técnicas ao local e o diálogo constante com a Azul, o Ministério Público, a administradora do aeroporto e lideranças locais.
Importante ressaltar que essa demanda, por melhorias na pista, vinha sendo feito desde 2016, sem que soluções definitivas tivessem sido apresentadas por governos anteriores. No dia 26 de fevereiro, a secretaria, por meio do DEER, já havia publicado edital para que as empresas interessadas apresentassem proposta, em licitação na modalidade Carta Convite.
Após a realização destas obras emergenciais, o aeroporto contará com outro importante ganho: em mais um esforço empreendido pelo Governo de Minas Gerais, foi feita parceria com o governo federal para a recuperação definitiva da pista, com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) no valor de R$12,5 milhões. O anúncio foi feito no dia 20 de fevereiro, pelo governador Romeu Zema, pelo secretário Marco Aurélio Barcelos e pelo ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.
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Claudio Lemes Louzada
09 de abril, 2019 | 11:11A cada 4 anos será necessário nova manutenção porque a pista é de asfalto, caso fosse construída de cimento Portland, como nos principais países de mundo, a manutenção seria a cada 21 anos. Só aeródromos são de asfalto e não aeroportos, mas estamos no Brasil....”
Ailson
09 de abril, 2019 | 10:00Jobson, concordo plenamente com você.
Mas chamar uma pessoa que você nem conhece ( Ricardo Ottoni ) de ASNO, significa que você também não é uma pessoa sensata.
Por situações deste tipo estamos vivendo momentos tão violentos.
Não estou defendendo ninguém, só acho que temos maneiras mais suaves para dar uma "catracada " em alguém. rsrsrsrsrs”
Jobson
09 de abril, 2019 | 07:53A pista de pouso de IPN tem 2004 metros de extensão (ultima expansão realizada pela Usiminas, diga-se) e é maior que a de Congonhas em São Paulo, ou do Santos Dumont no Rio, ou mesmo Montes Claros, que recebem jatos, quem fala uma asneira dessas nunca deve ter viajado de avião... continue na Gontijo que você ganha mais, Ricardo Ottoni. O Vale do Aço não recebe voos de outras companhias aéreas simplesmente porque não interessa a elas. E entenda, de uma vez: eu também me beneficio do aeroporto, pois viajo por ele, mas não vou pagar asfalto dele, vou pagar PASSAGEM!!!”
Ricardo Ottoni
08 de abril, 2019 | 19:47De pouco vai adiantar... A pista de pouso é pequena, incapaz de receber aeronaves maiores que os turbo-hélices da AZUL. Há muito terreno em volta da cabeceira e ao final da pista que poderiam ampliar a pista para receber com mais segurança aeronaves inclusive de maior porte. Mas a mesquinharia da USIMINAS, CENIBRA e ARCELOR que se beneficiam diretamente do aeroporto, não permitem tirar dinheiro do bolso para este investimento que beneficiariam toda a sociedade do Vale do Aço.”
Joanas
08 de abril, 2019 | 19:44Esperamos que serva de licao e que nao chegue a este ponto outra vez.o descaso nao se repita.”
Isaías Pereira
08 de abril, 2019 | 19:40Agora é pressionar a ANAC para liberar o mais rápido o aeroporto. Alô políticos, entidades de classes, empresas .”