01 de fevereiro, de 2022 | 13:00
Região Metropolitana do Vale do Aço gerou mais de 8,4 mil empregos formais em 2021
Débora Anício
Ao longo de 2021, foram 55.231 contratações de funcionários e 46.737 demissões na região, conforme dados oficiais do Caged
Os novos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta segunda-feira (31) pelo Ministério do Trabalho e Previdência, apontam que a Região Metropolitana do Vale do Aço (RMVA) fechou o ano de 2021 com 8.494 novas vagas de emprego formal. Ao longo do ano foram 55.231 contratações e 46.737 demissões na região.
Ao longo de 2021, foram 55.231 contratações de funcionários e 46.737 demissões na região, conforme dados oficiais do Caged Conforme os dados do Caged, em 2021, o município de Ipatinga teve 35.898 admissões e 29.938 desligamentos, com um saldo positivo de 5.960, o maior da RMVA. Em Coronel Fabriciano, foram 7.531 novas carteiras assinadas e 6.644 demissões, tendo um saldo de 887. Já no município de Timóteo houve 9.193 admissões e 7.611 desligamentos, resultando em um saldo de 1.582. Em Santana do Paraíso, foram registradas 2.609 contratações e 2.544 demissões, um saldo positivo de 65 vagas.
Já no mês de dezembro, a RMVA registrou saldo positivo de apenas 16 novos empregos formais, resultado de 4.341 contratações e 4.325 demissões. Em Ipatinga houve um total negativo de -137, Coronel Fabriciano (-89), Timóteo (319), único que ficou com o saldo positivo, e Santana do Paraíso (-77).
Âmbito nacional
O Brasil terminou o ano de 2021 com saldo positivo de 2.730.597 vagas de emprego com carteira de trabalho assinada. Ao longo do ano, foram registradas 20.699.802 admissões e 17.969.205 desligamentos, conforme os dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência.
Já o mês de dezembro registrou retração de 265.811 postos de trabalho. O número decorre de um total de 1.703.721 de desligamentos e de 1.437.910 admissões.
O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, em dezembro, ficou em 41.289.692 vínculos, o que, segundo o ministério, representa uma queda de 0,64% em relação ao mês anterior.
Contratação temporária
De acordo com o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, o resultado para o mês de dezembro era esperado, uma vez que como ocorre rotineiramente no Brasil, temos as comunicações de demissão principalmente daqueles funcionários que trabalham no regime temporário. O saldo negativo faz parte fundamentalmente dos trabalhadores temporários. Mas esse saldo aplicado sobre o acumulado do ano nos dão saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada no Brasil, da ordem de 2,7 milhões de postos de trabalho”.
Dados por setor
No acumulado do ano, o saldo de 2,7 milhões de postos de trabalho teve, no setor de serviços, sua maior contribuição, com 1.226.026 vagas criadas. Foram 9.284.923 admissões ante a 8.058.897 desligamentos. O setor de comércio agregou outras 643.754 vagas (4.889.494 admissões e 4.245.740 desligamentos), enquanto a Indústria gerou 475.141 novas vagas (3.352.363 admissões e 2.877.222 desligamentos) em 2021.
As atividades de construção criaram 244.755 vagas (2.017.403 admissões e 1.772.648 desligamentos), enquanto agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve 140.927 novas vagas com carteiras assinadas (1.155.619 admissões e 1.014.692 desligamentos).
Salário médio
O salário médio de admissão registrado em dezembro foi de R$ 1.793,34. Na comparação com o mês anterior (novembro), o aumento real ficou em R$ 1,51, o que corresponde a alta de 0,08%.
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