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28 de setembro, de 2022 | 09:23

Polícia investiga autoria de bomba explodida próximo a uma igreja em Joanésia

Local da explosão é o mesmo templo da Igreja Maranata que já havia sido alvo de um artefato explosivo em 2018

Divulgação
Telhado e vidraça das janelas do templo foram danificados pelo explosivo detonado sábado à noite  Telhado e vidraça das janelas do templo foram danificados pelo explosivo detonado sábado à noite

Uma ação criminosa praticada no fim de semana é investigada em Joanésia. Mais uma vez, uma pessoa não identificada explodiu uma bomba nas proximidades da igreja Maranata, localizada na rua José Félix. Nenhuma pessoa se feriu na ação semelhante ao atentado praticado em abril de 2018, conforme noticiado pelo Diário do Aço naquela época.

A ação criminosa foi praticada por volta das 19h50 de sábado (14), conforme os relatos das vítimas que se encontravam no culto religioso. Os fiéis foram surpreendidos com a explosão. Os estilhaços da bomba (pedaços de ferro) atingiram o telhado, muro, vidraça, chão e a parede do templo. Por sorte, ninguém se feriu.

Os estragos não foram somente na estrutura da igreja. Os estilhaços da bomba atingiram uma residência ao lado, provocando danos no telhado, além da porta. Também foi atingido o telhado de um estabelecimento comercial.

Os policiais militares conseguiram imagens de câmeras de segurança, por meio das quais avistaram que a bomba foi explodida em um morro em frente à igreja. Não foi possível ver qualquer pessoa no local e nem qualquer veículo passando nas proximidades.

As testemunhas e moradores, que tiveram danos causados pela bomba, informaram que não possuem problemas e também não há informação se algum membro da igreja teria ou não alguma desavença com terceiros.
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Nos levantamentos, policiais recolheram peças em ferro semelhantes aos usados no atentado no fim de semanaNos levantamentos, policiais recolheram peças em ferro semelhantes aos usados no atentado no fim de semana

Porém, uma denúncia anônima indicou um possível autor do crime. Este homem foi localizado e negou ter participado do atentado. Ele indicou um morador, que poderia confirmar que no momento do fato, os dois conversavam na varanda da residência dele. O tal álibi confirmou a história do suspeito.

Os policiais encontraram na casa deste homem alguns pedaços de ferro parecidos com o que foi usado na bomba e uma caixa contendo alguns rojões. A denúncia indicou que o motivo do atentado seria o fato de um dos fiéis da igreja ter vivido, no passado uma desavença com o suspeito por causa de terras.

O local do atentado foi periciado pela Polícia Civil e o caso encaminhado para ser investigado. Segundo a Polícia Militar, além do caso ocorrido em 2018, a igreja também já teria sofrido um ataque a bomba em 2016. Os casos estão em investigação pelos policiais civis.
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