02 de julho, de 2026 | 16:00
Nova fase da operação Guardiões de Fogo mira depósito de armas e munição
Divulgação PF
Indícios apontam que um investigado usou documentos falsos para o registro, burlando os requisitos para aquisição e manutenção de armas
Indícios apontam que um investigado usou documentos falsos para o registro, burlando os requisitos para aquisição e manutenção de armasA Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2) mais uma fase da Operação Policial Guardiões de Fogo, Operação continuada que visa a combater a posse ilegal de armas de fogo obtidas mediante fraude no processo de concessão de registro de Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores (CACs). A última fase havia ocorrido em 22/6 conforme noticiado pelo Diário do Aço.
As investigações indicam que o investigado teria utilizado documentos inidôneos durante a fase de concessão do registro, burlando os requisitos legais exigidos para a aquisição e manutenção de armas de fogo. A conduta compromete os mecanismos de controle instituídos pelo Estado e facilita o acesso indevido a armamentos por parte de criminosos.
Houve o cumprimento de um mandado judicial de busca e apreensão em Belo Horizonte. Durante essa ação, foram apreendidas três pistolas, calibre 9mm, de uso restrito, e 45 munições.
A PF ressalta que a concessão de registro de CAC está condicionada ao cumprimento rigoroso de requisitos legais, incluindo idoneidade, capacidade técnica e aptidão psicológica. A utilização de meios fraudulentos para a obtenção desses registros compromete a segurança pública, ao permitir que armas circulem em posse de criminosos.
A Operação Guardiões de Fogo evidencia a importância da atuação permanente das forças de segurança no controle e fiscalização do acesso a armamentos, contribuindo para coibir a circulação irregular de armas de fogo e reduzir riscos à coletividade. (Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais)
Já publicado:
Operação integrada combate fraude em registro de armas e possível comércio ilegal de armas de fogo
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