28 de junho, de 2026 | 07:00

Brasil e Japão disputam mata-mata da Copa do Mundo nesta segunda-feira

Divulgação
 Seleção Brasileira precisa vencer os japoneses para garantir vaga nas oitavas de final Seleção Brasileira precisa vencer os japoneses para garantir vaga nas oitavas de final

Depois de fechar a primeira fase da Copa do Mundo como líder do grupo C, ao vencer no meio da semana a Escócia por 3 a 0, a Seleção Brasileira aguardou até o fim da noite da quinta-feira (25) para conhecer o adversário da próxima fase: o Japão, que fechou a fase inicial como segundo melhor colocado do grupo D, ao empatar em 1 a 1 com a Suécia.

Agora, brasileiros e japoneses se encaram na próxima segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), em Houston, nos Estados Unidos na fase 16 avos de final, que antecede as oitavas de final e é o primeiro jogo do mata-mata.
Embora o Japão não tenha a tradição da Holanda, que poderia ter sido a adversária do Brasil nesta fase, o bom momento da equipe requer cuidados.

Japão


O Japão é uma seleção com nível técnico crescente e o confronto não tem favorito, avalia a comentarista de futebol da TV Brasil e da Rádio Nacional, Luciana Zogaib. "É uma seleção que joga em transição rápida, é uma equipe que tem equilíbrio emocional, mesmo quando sai atrás, consegue buscar o resultado, como aconteceu na partida contra a Holanda".

Em 2025, o Japão também derrotou o Brasil de virada, em um amistoso, no final de 2025, em Tóquio, por 3 a 2. Na ocasião, o técnico do time brasileiro, Carlo Ancelotti, pediu que os jogadores brasileiros desenvolvessem "resiliência mental" e disse que a equipe precisava aprender com os erros. "Os japoneses têm o mental forte e nós vamos colocar o nosso [emocional] à prova neste jogo", brincou Zogaib.

A comentarista também lembrou que, desde o confronto com o Brasil, ano passado, o Japão não perdeu nenhum jogo. "Eles chegam motivados à Copa", frisou.

A evolução do futebol japonês é nítida, acrescentou Rachel Motta, também comentarista esportiva da TV Brasil. Ela chama atenção para a agilidade do time no contra-ataque. "A equipe japonesa pode não ter tantos jogadores habilidosos ou com mais nome, porém, o contra-ataque japonês é a arma deles, que marcam muito bem, e aí, a gente precisa mostrar habilidade", cobrou. "Além do Vini Jr. não temos visto tanta habilidade na seleção brasileira", criticou.

Histórico


O Japão é o 17º colocado no ranking da Fifa, enquanto o Brasil aparece em 5º lugar. A superioridade brasileira também se reflete no retrospecto do confronto. As duas seleções já se enfrentaram 14 vezes. O Brasil soma 11 vitórias, dois empates e apenas uma derrota.

A única vitória japonesa ocorreu em outubro do ano passado, quando venceu a seleção comandada pelo técnico Carlo Ancelotti por 3 a 2 em amistoso disputado no Morumbis, em São Paulo.
Em Copas do Mundo, as seleções se enfrentaram uma única vez. Foi na fase de grupos do Mundial de 2006, na Alemanha, quando o Brasil ganhou por 4 a 1. (Com informações da Agência Brasil)
Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: [email protected]

Comentários

Aviso - Os comentários não representam a opinião do Portal Diário do Aço e são de responsabilidade de seus autores. Não serão aprovados comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes. O Diário do Aço modera todas as mensagens e resguarda o direito de reprovar textos ofensivos que não respeitem os critérios estabelecidos.

Envie seu Comentário