01 de junho, de 2026 | 17:00

Mudanças climáticas e futuro do Vale do Aço pautam 5º Seminário Ambiental do Unileste

Bruno Oliveira/ GCM
Unileste Programação começou com caminhada ecológica no Parque Estadual do Rio Doce e segue com exposição, oficina e mesa-redonda com grandes empresasUnileste Programação começou com caminhada ecológica no Parque Estadual do Rio Doce e segue com exposição, oficina e mesa-redonda com grandes empresas

O 5º Seminário Ambiental do Centro Universitário Católica do Leste de Minas Gerais (Unileste) terá como destaque nesta terça-feira (2), às 19h, a mesa-redonda “Territórios em Transformação: Ação Institucional frente aos Desafios Climáticos e Sociais do Vale do Aço”, no Espaço Cinquentenário, no campus Coronel Fabriciano. As informações foram divulgadas pelo Unileste.

O debate integra a programação do seminário, que neste ano tem como tema “Clima, Teto e Vida: Ressignificando o Desenvolvimento e o Espaço Urbano no Vale do Aço”, promovendo reflexões sobre desenvolvimento urbano, sustentabilidade e mudanças climáticas.

A mesa-redonda reunirá representantes das áreas de Meio Ambiente da Aperam, Fundação Aperam, Cenibra, Vale e Usiminas, empresas com atuação no desenvolvimento econômico e ambiental do Vale do Aço.

Inspirado em pautas globais relacionadas ao enfrentamento das mudanças climáticas e à construção de cidades mais sustentáveis, o seminário também está alinhado à Campanha da Fraternidade 2026, que aborda o tema “Fraternidade e Moradia”, além dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas, especialmente o ODS 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura), ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) e ODS 13 (Ação contra Mudança Global do Clima).

De acordo com o professor Marcos Vinícius Rodrigues, coordenador de Extensão do Unileste, o seminário busca ampliar o debate ambiental para além das questões ecológicas, conectando o tema às relações sociais, urbanas e humanas da região. “Pensar clima, moradia e desenvolvimento é também pensar qualidade de vida, pertencimento e responsabilidade coletiva. O Seminário Ambiental surge como um espaço de diálogo entre universidade, empresas, estudantes e comunidade, fortalecendo reflexões importantes para o presente e o futuro do Vale do Aço”, destaca.

A programação do seminário prossegue até quarta-feira (3) e inclui a exposição “Reexistir: Até quando será possível habitar o amanhã?”, aberta ao público no Espaço B, no hall de entrada do campus Fabriciano, além da oficina “Mapa Social e Afetivo: O Vale do Aço que Habitamos”, com participação de estudantes da rede pública de ensino e de escolas convidadas pelo Unileste. A atividade propõe uma construção coletiva sobre território, memória, clima, moradia e os impactos do desenvolvimento industrial na região.
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