29 de maio, de 2026 | 08:47
Cefet-MG pode se tornar a primeira universidade tecnológica federal
Isabelly Quintão
Projeto de Lei que transforma Cefet-MG em UTFMG está na última fase de aprovação no congresso nacional
Projeto de Lei que transforma Cefet-MG em UTFMG está na última fase de aprovação no congresso nacionalO projeto de transformação do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet-MG) em Universidade Tecnológica Federal de Minas Gerais (UTFMG) entrou na sua última fase de tramitação no congresso nacional.
Após ser aprovado na Comissão de Educação e Cultura no Senado nesta terça-feira (26), o PL 5.102/2023, que trata da transformação, será votado em plenário em regime de urgência nos próximos dias. Na sequência, o projeto será encaminhado para a sanção do presidente Lula.
Até chegar nesta última fase no Senado, a iniciativa legislativa foi apreciada e aprovada anteriormente pelas Comissões de Educação, Finanças e Tributação e Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) na Câmara dos Deputados.
Com a UTFMG, os mineiros passarão a contar com uma universidade especializada, pública e totalmente gratuita, em nove municípios de cinco diferentes regiões, que inclui o campus em Timóteo e os campi em Belo Horizonte, Contagem e Curvelo, Divinópolis, Araxá, Leopoldina, Nepomuceno e Varginha.
Todos os cursos já ofertados pela instituição (44 técnicos, 29 graduações, 14 mestrados e 7 doutorados) continuarão sendo oferecidos pela UTFMG, que permanecerá com a missão de integrar as demandas locais das regiões em que atua, integrando ensino, pesquisa aplicada, extensão comunitária, inovação e transferência de tecnologia.
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Tião Aranha
29 de maio, 2026 | 09:18Bom texto de reportagem, esse projeto em Timóteo teve muita participação de antigos professores da rede municipal, ex-prefeito Keisson e do deputado Leonardo, filho do Sebastião Quintão. Com a construção em andamento pela construtora Andrade do restaurante e prédio dos laboratórios, haverá de valorizar muito os imóveis do entorno do campus, sem falar do acolhimento de muitos jovens que veem de muitas regiões do Estado a procura de formação profissional. Fica faltando agora a política de geração de empregos - a mercê da expansão industrial do país. Rs.”