Homem é baleado e morre após tentar invadir casa de militar em Ipatinga

Ramon Stalone Paula Araújo chegou a ser encaminhado ao Hospital Márcio Cunha, mas não resistiu aos ferimentos. Foram identificadas perfurações na região inguinal e na cabeça

12/05/2026 às 09:16
Um homem de 36 anos, identificado como Ramon Stalone Paula Araújo, morreu ao tentar invadir uma residência na madrugada desta terça-feira (12), no bairro Vila Celeste, em Ipatinga. O imóvel pertence a um policial militar, que reagiu à ação.

De acordo com informações apuradas pela reportagem, o militar, de 39 anos, estava em casa com a esposa quando foi acordado por barulhos vindos da área dos fundos. Ao verificar a situação, percebeu que havia um invasor dentro do lote, iluminando o ambiente com um aparelho celular.

Diante da presença do suspeito, o policial retornou ao interior da residência, se armou com uma pistola registrada e passou a monitorar a movimentação. Em seguida, o invasor se aproximou da porta principal e tentou forçar a entrada.

O militar informou ter se identificado e ordenado que o homem interrompesse a ação. Ainda conforme relato, o suspeito aparentava estar armado com uma pistola, o que elevou a percepção de risco.

Mesmo após as ordens, o homem avançou em direção ao policial. Diante da situação, o militar efetuou disparos para conter a possível agressão.

Após os tiros, foi constatado que a arma utilizada pelo invasor era uma réplica. Ainda assim, segundo informações repassadas por fontes ligadas a PM, o homem continuou agressivo e entrou em luta corporal com o policial, chegando a arremessar uma cadeira durante o confronto.

Com apoio de vizinhos, o suspeito foi contido na área externa do imóvel. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Márcio Cunha, mas não resistiu aos ferimentos. Foi identificada uma perfuração de tiro na região inguinal (virilha) e um machucado na cabeça, provavelmente de uma queda provocada pela luta corporal com o policial.

No local, a perícia da Polícia Civil recolheu uma réplica de pistola e um aparelho celular que estavam com o suspeito.

O caso será apurado pelas autoridades competentes, incluindo os procedimentos de Polícia Judiciária Militar.



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