05 de maio, de 2026 | 12:12

Polícia Civil prende suspeito de executar homem no bairro Nova Esperança, em Ipatinga

Na época do crime, além do alvo do homicídio, foi morto ainda um cachorro que encontrava-se na residência

Wellington Fred
O momento da chegada do preso à Delegacia de Ipatinga, homem investigado por um homicídio em 2024O momento da chegada do preso à Delegacia de Ipatinga, homem investigado por um homicídio em 2024

A equipe da Delegacia de Homicídios prendeu, nesta terça-feira (5), um homem investigado por um homicídio ocorrido em março de 2024, no bairro Nova Esperança, em Ipatinga, como divulgou na época o Diário do Aço. O suspeito, C.F.S., de 35 anos, foi localizado no município de Inhapim, onde a equipe cumpriu um mandado de prisão decretada pelo juiz Felipe Ceolin Líro, da Vara do Tribunal do Júri da comarca de Ipatinga.

A prisão foi realizada pelos policiais civis de Ipatinga da Delegacia de Homicídios, com apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) de Governador Valadares, por meio do compartilhamento de informações entre os órgãos de segurança pública.

De acordo com fontes ao Diário do Aço, C.F.S. é apontado como o autor dos disparos que mataram Samuel Santos, de 33 anos. O crime aconteceu no dia 18 de março de 2024, em uma residência no beco 4 da rua 8. A vítima estava na casa de uma tia quando um indivíduo entrou pelos fundos do imóvel, correu até o local onde Samuel se encontrava e efetuou vários tiros. A morte foi constatada ainda no local.

Assassino matou ainda um cachorro

Testemunhas relataram que o autor usava capuz e vestia uma blusa com estampa do cantor Bob Marley. Um cão sem raça definida (vira-lata) também foi atingido por um disparo na cabeça e morreu.

No imóvel, equipes policiais encontraram porções de maconha e cocaína nas proximidades de onde o corpo estava. Na época, informações levantadas indicavam possível envolvimento da vítima com o tráfico de drogas e a existência de ameaças por parte de outros indivíduos ligados à atividade criminosa na região.

Segundo a Polícia Civil, a prisão reforça o trabalho integrado das forças de segurança no combate à criminalidade. O caso segue em investigação para esclarecimento completo da motivação e possível participação de outros envolvidos.
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