26 de março, de 2026 | 08:00
Projeto do contorno de Timóteo é contratado por R$ 4,7 milhões
Por Matheus ValadaresFoi publicado no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais, na manhã desta quarta-feira (25), o nome da empresa que ficará encarregada de elaborar o projeto executivo de engenharia do Contorno Rodoviário de Timóteo.
Conforme a publicação, o vencedor da licitação é o consórcio Contorno Timóteo, composto pelas empresas Planep, Estratégia Engenharia, e Geosistemas Engenharia e Planejamento. O contrato firmado é de R$ 4.742.883.
O projeto a ser elaborado, conforme já divulgado pelo Diário do Aço, contempla a construção de uma via de aproximadamente 20 quilômetros que começará no entroncamento com a LMG-760, nas proximidades do distrito de Cava Grande, em Marliéria, e seguirá até o entroncamento com a BR-381 (trecho do contorno rodoviário entre os bairros Mangueiras e Amaro Lanari).
Entre os principais desafios da obra estão seis estruturas especiais, compostas por pontes e viadutos, que totalizam cerca de 1.010 metros de extensão. Um dos viadutos deverá sobrepor o rio Piracicaba e a Estrada de Ferro Vitória a Minas.
Além disso, estão previstas obras de contenção, seis interseções em nível e duas interseções em dois níveis. O projeto também inclui estudos complementares fundamentais para a viabilização da obra, como sondagens geotécnicas e análises ambientais.
Interligação
O contorno, se concluído, auxiliará a ligação entre a BR-381, no Vale do Aço, e a BR-262, facilitando a conexão da região ao Médio Piracicaba e Zona da Mata. A expectativa é que o empreendimento contribua para a dinamização da economia local e a melhoria da mobilidade na região, na medida que melhora a circulação e o escoamento logístico e favorece o acesso ao Parque Estadual do Rio Doce (Perd), considerado um equipamento turístico importante na região.
Outro aspecto levado em consideração com a obra é a retirada do tráfego pesado do centro urbano Timóteo.
Atualmente a circulação está restrita a veículos de carga com menos de 23 toneladas (peso bruto). Desde a pavimentação da LMG-760, a cidade ficou exposta ao trânsito de caminhões, o que gerou transtornos aos moradores e danos à infraestrutura urbana.
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