24 de março, de 2026 | 15:23
Aciapi e CDL discutem segurança no Centro com Polícia Municipal de Ipatinga
Divulgação
Intuito da reunião foi buscar soluções para situações que têm impactado o dia a dia dos comerciantes
Intuito da reunião foi buscar soluções para situações que têm impactado o dia a dia dos comerciantes A Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e de Prestação de Serviços de Ipatinga (Aciapi) e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Ipatinga (CDL) promoveram uma reunião com a Polícia Municipal para tratar da segurança na região central da cidade. O encontro, que ocorreu no início da semana, contou também com a participação de um representante da Câmara Municipal, vereador Adiel Oliveira (PMB), e foi motivado por demandas recebidas pelas entidades e por situações vivenciadas por comerciantes, que relatam aumento da insegurança e impactos diretos no movimento do comércio.
Relatos frequentes apontam episódios envolvendo pessoas em situação de rua, incluindo agressões a transeuntes. O cenário tem gerado preocupação e, segundo comerciantes, acaba afastando clientes e prejudicando as vendas no Centro.
O presidente da Aciapi, Luís Henrique Alves, destacou a necessidade de medidas efetivas. Estamos ouvindo nossos associados e sabemos que essa insegurança tem afetado o dia a dia do comércio. Ao mesmo tempo, reconhecemos e sabemos do trabalho que vem sendo feito pela Polícia Municipal e Polícia Militar. Precisamos somar esforços e avançar com ações concretas para garantir tranquilidade a quem trabalha e circula pelo Centro”, afirmou.
Já o presidente da CDL, Cláudio Zambaldi, reforçou a importância da união entre entidades e poder público. O comércio depende de um ambiente seguro para funcionar bem. Essa articulação com as forças de segurança é essencial para buscarmos soluções rápidas e eficazes”, pontuou.
Durante a reunião, o comandante da Polícia Municipal, Paulo Moreira, orientou comerciantes e população sobre a importância de registrar ocorrências. Mesmo em casos aparentemente simples, como uma agressão sem gravidade, é fundamental acionar a polícia e formalizar o registro. Sem isso, a situação não entra nas estatísticas e dificulta a atuação policial”, explicou.
Ele também alertou para os riscos de reagir a abordagens dos moradores de rua. A orientação é não reagir em hipótese alguma. O mais seguro é acionar a Polícia Municipal para que possamos comparecer, registrar a ocorrência e acompanhar o caso até o fim”, ressaltou.
O secretário adjunto da Secretaria Municipal de Segurança e Convivência Cidadã, Júlio César Teodoro, informou que ações já estão sendo intensificadas na área central. Vamos reforçar a presença no Centro, intensificar as ações e trabalhar campanhas de orientação, inclusive com uso de vídeos, para conscientizar comerciantes e a população”, afirmou.
Além das medidas já discutidas, as entidades informaram que o tema também será levado à Polícia Militar de Minas Gerais, ampliando o diálogo com as forças de segurança para buscar soluções conjuntas e fortalecer o combate à criminalidade na região central.
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Atenta
24 de março, 2026 | 16:29Está sem controle. Noias estão nem aí para os policiais,,câmeras de "segurança ", porqusabem que não ficarão muito tempo preso. Virou trem sem freio.”