18 de março, de 2026 | 07:30

Golpe usa falsa cobrança de pedágio para enganar moradores do Vale do Aço

Isabelly Quintão
Possíveis vítimas recebem cobranças por débitos inexistentes de pedágio Possíveis vítimas recebem cobranças por débitos inexistentes de pedágio
Por Isabelly Quintão

Moradores do Vale do Aço têm recebido mensagens a respeito de supostos débitos de pedágio vinculados aos seus veículos. No corpo do texto ao qual a reportagem do Diário do Aço teve acesso, há a indicação de “pendência identificada” e o alerta de que os débitos seriam enviados ao Detran.

A mensagem afirma que passagens pendentes podem gerar multas, pontos na CNH e restrição veicular. Também são citadas possíveis consequências: multa de R$ 195,23, cinco pontos na carteira e infração grave.

No e-mail, os destinatários são induzidos a clicar em um botão com a opção “buscar meus débitos”, apresentado como caminho para regularização.

A orientação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) é que os motoristas não confiem em mensagens recebidas por e-mail, mídias sociais ou aplicativos que solicitem dados, indiquem valores a pagar ou gerem links e QR Codes para pagamento imediato.

“Não clique em links enviados por remetentes não verificados ou que não sejam canais oficiais das concessionárias. Sempre verifique se o endereço eletrônico é oficial e corresponde à concessionária responsável pelo trecho rodoviário. Nunca informe dados pessoais ou do veículo em plataformas de procedência duvidosa ou não oficiais”, pontuou.
A ANTT acrescentou que sites fraudulentos costumam apresentar erros de digitação, linguagem genérica, URLs incomuns e ausência de selos de segurança digital.

Sites falsos de consulta


A ANTT acrescenta que nos sites falsos que simulam serviços de consulta de pedágio o condutor é induzido a informar dados do veículo, recebendo a cobrança de um valor que não existe. Geralmente, a cobrança vem acompanhada de uma chave Pix que direciona o pagamento ao golpista. “Em outra modalidade, boletos falsos são enviados para endereços físicos ou e-mails das vítimas, utilizando informações obtidas de forma irregular”, divulgou a agência.
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