05 de março, de 2026 | 07:30
Projeto de comunidade timotense auxilia mães em vulnerabilidade social
Por Isabelly QuintãoCriado em 2022 por um grupo de voluntários na Comunidade Jardim Vitória, no bairro Limoeiro, em Timóteo, o projeto Alimenta Mamãe” auxilia famílias de mulheres em situação de vulnerabilidade social.
O intuito é minimizar o orçamento familiar e ajudar mães com filhos na primeira infância, além de estimular a amamentação e fortalecer vínculos. Funciona por meio de encontros regulares com as participantes e há orientações de profissionais da área da saúde, educação e assistência social com visita domiciliar, palestras ou rodas de conversas.
Para participar, é necessário que a mulher esteja inscrita no Cadastro Único (CadÚnico), com o cartão de vacina em dia, ter matrícula em creche ou estabelecimento de educação infantil, e ter matrícula e frequência escolar para os filhos com até 14 anos de idade.
O educador social José Maria da Costa explicou que as mulheres gestantes ou nutrizes não só são orientadas sobre aleitamento materno, nutrição, cuidado com corpo e mente, educação de filhos, convivência social e cuidados com a moradia, como também recebem benefícios e doações.
Como doação de roupas e calçados para crianças, jovens e adultos, e material escolar. As famílias também recebem regularmente uma cesta básica de alimentos. Há doações de medicação e encaminhamento diversos para consultas especializadas”, pontuou.
Como contribuir com o projeto?
Os interessados em contribuir com o projeto podem fazer transferências para o Pix 661.470.186-04, conta aberta em nome de Tania Moreira Silva no PicPay. Há ainda como obter mais informações diretamente com José Maria por meio do telefone (31) 9 8671-3941.
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Vitor
05 de março, 2026 | 21:53Este programa transcende a mera política assistencial. Ele é um ato de reconhecimento da dívida histórica que temos com essas mulheres, que diariamente exercem uma jornada tripla de trabalho: o trabalho do cuidado não remunerado, a luta pela sobrevivência material e a batalha contra a invisibilidade social.
Ele nos ensina que uma sociedade justa não se mede apenas pelo seu Produto Interno Bruto, mas pela maneira como trata os seus cidadãos mais vulneráveis, especialmente aqueles que dedicam suas vidas ao cuidado do outro.
Que este programa siga florescendo, servindo de modelo e nos lembrando que a verdadeira transformação social começa quando estendemos a mão a quem carrega o mundo nas costas, muitas vezes sem que ninguém veja. O meu mais profundo elogio e gratidão a todos os envolvidos nesta construção de cuidado, afeto e esperança.”