04 de março, de 2026 | 10:30
Trabalhador de 52 anos perde a vida na Usiminas
Um operário, de 52 anos morreu em um acidente nesta quarta-feira, na Usiminas, em Ipatinga. O fato ocorreu durante uma operação na área de chapas grossas. A causa do acidente ainda é investigada.A íntegra da nota oficial da Usiminas é a seguinte:
Lamentamos informar o falecimento do colaborador Wanderson Flávio Costa, na manhã desta quarta-feira, 4 de março, no Centro Industrial de Ipatinga. Wanderson realizava uma atividade de verificação da ponte rolante, na área de Chapas Grossas.
Ele tinha 52 anos, era casado, pai de cinco filhos e trabalhava na empresa há 13 anos como operador de ponte rolante.
A Usiminas lamenta profundamente o ocorrido e neste momento presta todo o apoio aos familiares e amigos de Wanderson. As causas do acidente estão sendo investigadas.
Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: [email protected]
















Jotta
05 de março, 2026 | 19:37Eu também já trabalhei dentro nesta empresa. A pressão por resultados é muito grande , e o reconhecimento nunca vem. A área é extremamente insalubre e a empresa esconde do PPP ( Documento para a aposentadoria), os dados corretos. Nós damos a vida pela empresa, mas somos somente um número de crachá. Vi muitos companheiros, pais de família morrerem aí dentro. No final, os sobreviventes, veteranos de guerra, se aposentam , sempre faltando algo, ou no corpo ou na alma.”
Pablo
05 de março, 2026 | 11:37Beleza sr. Cidadão de bem, provavelmente o sr. trabalhou na época em que a USIMINAS era estatal, aí sim eram os tempos da "vaca gorda", hoje é uma empresa sucateada que vive de remendos! Meu acidente se deu por conta da falha de um equipamento interno, e novamente digo: FUI COAGIDO a não dar seguimento às providências e continuar a trabalhar normalmente.”
Henrique
05 de março, 2026 | 11:24A Ternium vem implantando cortes agressivos de mão de obra na usiminas, reduções com pretexto de adequação para se equiparar ao México onde os direitos trabalhistas são escassos. A empresa brilha na segurança são procedimentos e mais procedimentos, cerquites, câmeras, equipamentos de proteção, cobranças e mais cobranças, mas no fim o trabalhador é obrigado a descumprir os procedimentos, um pra fazer o trabalho de três, supervisores e líderes ao invés de orientador e cobrar estão operando.”
Rx
04 de março, 2026 | 22:01Meus sentimentos a todos familiares e amigos
Quem trabalha ali na usiminas sabe o rigor e o quão é a cobrança das normas de segurança.
É exigido PPT,ART e outros instrumentos de segurança padrão operacional e outros
Tenho certeza que tem uma equipe de investigação para esclarecer as circunstâncias
Mas na maioria das vezes o acidente é causado por um descumprimento de procedimento operacional”
Cidadão de Bem
04 de março, 2026 | 15:57? inacreditavel quantas pessoas mau sucedidas falam mau da usiminas. Sou aposentado e a empresa sempre foi excelente para trabalhar”
Cristiane
04 de março, 2026 | 14:47Muito triste receber uma notícia dessa. Que Deus conforte a família, os amigos e todos os colegas de trabalho neste momento tão difícil. Que a vida e a segurança estejam sempre em primeiro lugar.”
Acidente
04 de março, 2026 | 13:53Não tenho o menor interesse na causa.naotenho nenhum motivo para defender a USIMINAS.Mas acidentes acontecem por várias razões.Agora resposta imediata ao acidente, sim é previsível e dever da empresa.Em se tratando de resposta a acidente de grandes proporções isso a empresa demonstrou com muita perícia e profissionalismo.Na explosão do gasômetro, temido pela comunidade, não houve uma vítima fatal.Ah! Desculpe, houve sim um acidente de trajeto fora da empresa provocado por um motorista bêbado.mas lógico o estado não fiscaliza as ruas , logo fica facinho jogar para empresa o acidente de trajeto.
Deveria se chamar assassinato de ciclista por motorista bêbado que o estado insiste em não fiscalizar.desejo força e fé a família enlutada.”
Pablo
04 de março, 2026 | 11:16Novidade não é:
Trabalhei neste lugar infernal e insalubre e acidentei uma vez, onde fui coagido a tirar o tampão que o médico colocou em meu olho e voltar a trabalhar para não gerar CAT, ainda fui questionado por um supervisor posteriormente que alegou que eu estava sem o devido EPI para trabalhar na área, onde devidamente respondi que ele estava equivocado e ele abaixou a bola.
Como eu precisava do emprego na época, deixei passar e segui a vida, mas a empresa em sí é uma vergonha!”