28 de fevereiro, de 2026 | 13:00

Programa oferece formação continuada a artistas da região

Rodrigo Zeferino/Divulgação
Iniciativa visa ampliar repertórios, profissionalizar trajetórias e fortalecer a indústria criativa regionalIniciativa visa ampliar repertórios, profissionalizar trajetórias e fortalecer a indústria criativa regional
Em apenas 20 dias, 93 inscrições foram confirmadas no Programa Livre de Formação de Artistas - Projeto PLIFA: Residência 2026, iniciativa realizada pela Casa Laboratório na região, com recursos aprovados do Fundo Estadual de Cultura. “Mais do que números, trata-se de um indicativo concreto da demanda por espaços consistentes de formação artística na cidade e da confiança depositada em um projeto que articula estudo, pesquisa e prática de criação”, comemora a produção. O resultado da seleção foi divulgado no fim de semana, nas redes sociais oficiais do projeto, e os encontros começam nesta segunda-feira (2/3), das 19h às 22h.

O “PLIFA” é estruturado em dois eixos formativos: iniciação aos estudos em atuação e residência artística. “A proposta pedagógica parte da atuação como campo de conhecimento, investigando técnica, presença, dramaturgia e pensamento crítico sobre a cena contemporânea. A formação não se limita à experiência performativa, mas se consolida como percurso sistemático de pesquisa, atravessado por reflexão estética e experimentação prática”, descreve a assessoria.

Criado com o intuito de fortalecer e fomentar diretores e criadores do território, o programa de residência oferece estrutura técnica e suporte de produção para que os artistas desenvolvam uma obra cênica autoral. Os encontros serão realizados sempre às segundas e quartas-feiras, das 19h às 22h, e os residentes participarão de workshops e laboratórios conduzidos por Barbara Pavione, Claudiane Dias, Léo Coenssens, Joab Sangi e João Carlos Cardoso, além de artistas convidados especialistas no campo da pesquisa proposta.

Com essa iniciativa de fomentar processos formativos estruturados, a Casa Laboratório pretende contribuir para a cena artística local, “ampliando repertórios, profissionalizando trajetórias e fortalecendo a indústria criativa regional”. “O impacto não se restringe às salas de ensaio. Ele reverbera nas produções, nos coletivos, nos projetos autorais e na circulação de obras que passam a dialogar com maior densidade estética e técnica”, argumenta a produção.
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