06 de fevereiro, de 2026 | 17:23
Coronel Fabriciano divulga resultado do primeiro LIRAa de 2026 e reforça alerta contra a dengue
Divulgação
O levantamento foi feito pelos agentes de combate a endemias, que visitaram 1.740 imóveis, distribuídos em 62 bairros do município
O levantamento foi feito pelos agentes de combate a endemias, que visitaram 1.740 imóveis, distribuídos em 62 bairros do município O resultado do primeiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2026 em Coronel Fabriciano apontou índice de infestação de 3,4% no município. Apesar da redução em relação ao último levantamento de 2025, que registrou 5,8%, o número atual ainda classifica a cidade em situação de risco para a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya, divulgou o governo.
O levantamento foi feito pelos agentes de combate a endemias, que visitaram 1.740 imóveis, distribuídos em 62 bairros do município. O LIRAa tem como objetivo identificar os principais focos do mosquito transmissor e orientar as ações estratégicas de prevenção e controle.
Segundo a Vigilância em Saúde, a redução do índice demonstra a efetividade das ações desenvolvidas no município. No entanto, o órgão reforça que o combate ao Aedes aegypti precisa ser contínuo e depende, principalmente, da participação ativa da população. A maior parte dos focos do mosquito ainda é encontrada dentro das residências, em recipientes que acumulam água parada.
A Prefeitura orienta que os moradores mantenham cuidados diários simples, como: Eliminar água parada em vasos de plantas, garrafas e recipientes; Manter caixas dágua e tonéis bem vedados; Limpar calhas e ralos com frequência; Descartar corretamente materiais que possam acumular água.
Nada substitui a ação de cada cidadão dentro de sua residência. Por mais que o poder público atue com fiscalização, tratamentos e orientações, o mosquito se prolifera em locais simples. Por isso, é fundamental que o morador dedique pelo menos 10 minutos por dia à limpeza, eliminando possíveis depósitos de água e evitando uma possível epidemia de arboviroses”, reforça a gerente da Vigilância em Saúde de Coronel Fabriciano, Vânia Tavares.
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