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03 de fevereiro, de 2026 | 21:09

Lançado em Timóteo, Pacto Mineiro pela Alfabetização tem adesão regional

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O encontro reuniu também representantes dos municípios de Marliéria, Jaguaraçu e Antônio Dias, fortalecendo a articulação regional em torno da educação básicaO encontro reuniu também representantes dos municípios de Marliéria, Jaguaraçu e Antônio Dias, fortalecendo a articulação regional em torno da educação básica

O município de Timóteo sediou, no CMEI/EJA, a abertura oficial do Pacto Mineiro pela Alfabetização 2026, iniciativa que busca garantir que todas as crianças estejam alfabetizadas na idade certa, até os 7 anos.

O encontro reuniu também representantes dos municípios de Marliéria, Jaguaraçu e Antônio Dias, fortalecendo a articulação regional em torno da educação básica.

O movimento é fruto de parceria entre o Governo de Minas Gerais, municípios, escolas e professores, com apoio da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais, da UNDIME/MG e da Fundação Getúlio Vargas (FGV DGPE).

Dois outros encontros estão agendados em Timóteo para os dias 19 e 20 de fevereiro, para debate do tema central “Metodologias Ativas na Alfabetização: Sequências Didáticas Integrando Leitura, Escrita e Raciocínio Lógico” e discussão pautas formativas sobre Intencionalidade, Territorialidade, Interculturalidade e Integralidade, voltadas para multiplicadores (educadores) que irão disseminar práticas pedagógicas nos municípios.

Base da Educação

Para Roberta Rodrigues, articuladora regional e representante da Superintendência Regional de Ensino, a base da educação começa na alfabetização. Ela destacou que a formação garante alfabetização até o 2º ano e recomposição até o 5º. Quando sólida, a alfabetização garante fluidez em todo o processo de ensino e aprendizagem.”

Gisele Teodoro, articuladora do município de Jaguaraçu, reforçou o caráter coletivo. “O pacto é um compromisso entre estado e municípios para sanar dificuldades em leitura e escrita e qualificar a prática docente.”

Já Terezinha Miguel, articuladora do município de Marliéria, enfatizou a reciclagem de professores. “O compromisso nacional veio para assegurar alfabetização até o segundo ano e recompor aprendizagens do terceiro ao quinto ano.”

Magna Rocha, articuladora de Antônio Dias, lembrou que formações continuadas já elevaram os índices de alfabetização em seu município. “Se alfabetizarmos no tempo certo, falaremos muito menos em recomposição. Essa união é histórica.”
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O movimento é fruto de parceria entre o Governo de Minas Gerais, municípios, escolas e professores, com apoio da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais, da UNDIME/MG e da Fundação Getúlio Vargas (FGV DGPE)O movimento é fruto de parceria entre o Governo de Minas Gerais, municípios, escolas e professores, com apoio da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais, da UNDIME/MG e da Fundação Getúlio Vargas (FGV DGPE)

O secretário de Educação de Timóteo, Robson Rodrigues, reforçou a prioridade. “Nosso compromisso é tornar a criança apta para dar continuidade, com português afiado e matemática bem estruturada.”

O prefeito, Capitão Vitor, destacou o caráter coletivo. “Educação é compromisso de todos. É uma honra para Timóteo sediar este evento que fortalece nossa rede e valoriza nossos educadores.”

Vale ressaltar que o Pacto Mineiro pela Alfabetização pretende reduzir desigualdades regionais no acesso à educação; oferecer formação continuada para professores; monitorar resultados com indicadores claros e transparentes e consolidar inas Gerais como referência nacional em políticas de alfabetização.

Além disso, o pacto segue os princípios da Lei de Diretrizes e Bases, da BNCC e do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. É um modelo apartidário, sustentável e replicável, integrando dimensões políticas, sociais, pedagógicas, científicas e financeiras.

Alfabetizar na idade certa

Pesquisas internacionais demonstram que alfabetizar cedo impacta diretamente o futuro educacional e social, refletindo em notas mais altas em leitura e matemática e maior permanência no quartil superior até o fim do ensino fundamental, além de triplicar a probabilidade de se tornarem leitores fluentes até o 3º ano.

Acrescenta-se à lista de benefícios a redução de problemas comportamentais e maior autoestima; menor risco de doenças crônicas ao longo da vida; redução em 30% da probabilidade de abandono escolar e menos chance de envolvimento com criminalidade.

Timóteo possui 1.805 alunos matriculados nos anos iniciais do ensino fundamental, que serão diretamente beneficiados pelas ações do pacto e pelas estratégias de recomposição das aprendizagens.

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O pacto segue os princípios da Lei de Diretrizes e Bases, da BNCC e do Compromisso Nacional Criança AlfabetizadaO pacto segue os princípios da Lei de Diretrizes e Bases, da BNCC e do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada

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