09 de janeiro, de 2026 | 11:00
Estado dá dicas de prevenção a golpes envolvendo o IPVA 2026
Informações da Agência MinasGil Leonardi / Imprensa MG
Principal recomendação é acessar somente o site da Secretaria de Estado de Fazenda ou o aplicativo MG App para efetuar consulta e pagamento
Principal recomendação é acessar somente o site da Secretaria de Estado de Fazenda ou o aplicativo MG App para efetuar consulta e pagamentoA escala de vencimentos do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2026 começa em 9/2, mas os pagamentos antecipados já podem ser feitos desde 2/1. O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Fazenda (SEF), orienta os contribuintes a redobrar a atenção para evitar golpes no ambiente virtual relacionados ao imposto. A recomendação é que o pagamento seja feito somente pelo site oficial da SEF: fazenda.mg.gov.br.
Entre as ações adotadas pelo Estado estão a derrubada de sites fraudulentos, a suspensão de CNPJs usados para abertura de empresas e contas em bancos digitais e fintechs, além do bloqueio de contas bancárias de suspeitos.
Segundo o superintendente de Arrecadação e Informações Fiscais da SEF, Leônidas Marques, apesar da atuação contínua da força-tarefa, o cuidado por parte do proprietário do veículo ainda é a forma mais eficiente de evitar prejuízos.
Denúncias
Ao identificar links ou sites suspeitos, o cidadão deve registrar denúncia na Delegacia Virtual ou em uma delegacia da Polícia Civil, além de acionar a Ouvidoria-Geral do Estado (OGE).As denúncias são encaminhadas ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para investigação e adoção de medidas. É importante anexar comprovantes de pagamento e o endereço eletrônico do site fraudulento.
Não há previsão de ressarcimento para vítimas que tenham efetuado pagamentos indevidos. Caso o contribuinte seja vítima de golpe, o IPVA continuará sendo cobrado para regularização da situação.
Tipos de golpes
Em 2025, a Secretaria de Estado de Fazenda registrou cerca de 2,6 mil casos de golpes envolvendo o IPVA.Entre as práticas mais comuns estão a criação de sites falsos que imitam páginas oficiais de órgãos públicos e o envio de links por aplicativos de mensagens e e-mails, geralmente com promessa de descontos. Ao efetuar o pagamento por esses meios, o valor é direcionado aos golpistas.
Outra prática recorrente é o phishing, em que criminosos induzem as vítimas a fornecer dados pessoais, utilizados posteriormente em operações bancárias fraudulentas.
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