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O golpe da "prova de vida" tem feito seguidas vítimas no Vale do Aço, apesar da ampla divulgação e alertas do INSS e bancos
O golpe do INSS fez mais uma vítima, dessa vez um homem de 59 anos, que caiu na lábia de uma golpista. O marlierense recebeu uma ligação no começo da semana que passou em que uma mulher se apresentou como funcionária do INSS e afirmou que o homem precisava fazer a “prova de vida” para não ter o benefício suspenso. Durante a conversa, a golpista mencionou dados pessoais, como CPF, data de nascimento e motivo da aposentadoria, que foram confirmados pelo aposentado.
Após a ligação, o homem retomou sua rotina normalmente, mas no início da noite, ao tentar acessar seus aplicativos bancários, não conseguiu. Com a ajuda da filha, conseguiu reiniciar o aparelho e, ao verificar as movimentações, percebeu que haviam sido feitos saques e empréstimos indevidos em sua conta do Banco Bradesco.
No total, foram retirados R$ 3.286,20, em dois empréstimos nos valores de R$ 543,58 e R$ 456,42, além do resgate de R$ 1.986,55 do cheque especial, o que resultou em um prejuízo superior a R$ 6,2 mil.
O homem procurou a agência bancária, mas foi informado pela gerência que não seria possível cancelar os empréstimos ou restituir os valores perdidos. Além disso, percebeu que um aplicativo chamado “INSS Prova de Vida” havia sido instalado em seu celular sem sua autorização.
Diante do golpe, e por envolver fraude relacionada ao INSS e a empréstimos consignados, a vítima foi orientada a procurar a Polícia Federal para que sejam adotadas as medidas cabíveis.
RepetidoO golpe da prova de vida tem feito seguidas vítimas, conforme tem sido noticiado pelo Diário do Aço. No dia 3 de setembro o jornal noticiou que um morador de Naque
perdeu R$ 27 mil com o golpe da prova de vida. Antes disso, outra moradora, de Santana do Paraíso perdeu R$ 5 mil no mesmo golpe.
Para evitar golpes da prova de vida, o INSS alerta para que os segurados não forneçam dados pessoais por SMS, e-mail ou telefone, não cliquem em links suspeitos, não entreguem documentos ou selfies e utilizem apenas canais oficiais como o aplicativo Meu INSS ou o telefone 135.