01 de setembro, de 2025 | 06:49
Polícia capixaba procura cigano acusado de matar ipatinguense com o filho no colo em Colatina
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Segundo a polícia do ES, Ana Gabrielly Rodrigues foi assassinada a tiros com a filha no colo, o companheiro é acusado do crime em Colatina e fugiu levando a criança
Segundo a polícia do ES, Ana Gabrielly Rodrigues foi assassinada a tiros com a filha no colo, o companheiro é acusado do crime em Colatina e fugiu levando a criança A polícia procura por um indivíduo acusado de matar a sua ex-companheira, uma jovem de 20 anos, executada a tiros no fim da manhã de domingo (31) no bairro 15 de Outubro, em Colatina, no Noroeste do estado do Espírito Santo.
Natural de Ipatinga, a vítima Ana Gabrielly Rodrigues do Amaral, estava com o filho de três anos, no colo, quando foi baleada e morreu. Após efetuar o disparo fatal, o assassino fugiu levando a criança. Inicialmente foi divulgado que era uma filha, mas a família corrigiu a informação confirmando que se trata de um menino.
A Polícia Militar do ES apurou que o homem apontado como o autor do crime é ex-companheiro de Ana Gabrielly e pai do menino Heitor Emanuel, que foi levado.
Testemunhas relataram que a família da vítima é originária do distrito de São Sebastião do Bagre, em Belo Oriente, e foi a Colatina para levar Ana Gabrielly até o filho dela. Os parentes voltavam para o Vale do Aço e a jovem tinha decidido ficar para trás. Horas depois dos familiares sairem de Colatina, a vitima foi assassinada. O assassino foi identificado pelas testemunhas como Romano Aparecido do Amaral, conhecido como Cigano”, que está foragido.
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A familia da vítima faz uma campanha nesta segunda-feira, em uma tentativa de localizar Romano Aparecido do Amaral, o Cigano, que fugiu levando o filho de três anos, depois de matar a ex-companheira
A familia da vítima faz uma campanha nesta segunda-feira, em uma tentativa de localizar Romano Aparecido do Amaral, o Cigano, que fugiu levando o filho de três anos, depois de matar a ex-companheiraCâmeras de segurança instaladas nas proximidades do local do crime registraram a fuga. As imagens mostram o homem deixando o local em um veículo prata, possivelmente um VW Crossfox, levando o menino.
A vítima foi atingida no tórax, não resistiu aos ferimentos e morreu na hora. A família trouxe o corpo para ser sepultado no Vale do Aço.
Os relatos iniciais apontam que o casal, pertencente à etnia cigana, havia viajado para o Espírito Santo para buscar o filho de Ana Gabrielly que estava com os avós paternos. A mãe queria o filho de volta e enfrentava resistência. Contam os familiares que o menino tem problemas de saúde e, longe da mãe, teve uma crise. Por isso a mãe foi tentar resgatar o filho.
Gabrielly residia em Vale Verde de Ipaba
Uma amiga de Ana Gabrielly informou ao Diário do Aço que o casal de ciganos morava no distrito de Vale Verde, em Ipaba.Há algum tempo, entretanto, os dois tinham decidido se separar. A avó paterna aproveitou-se de um encontro com a família em Bom Jesus do Bagre para levar o neto embora para Colatina. A mãe na época protestou e reivindicou o filho de volta. No fim de semana que passou, Gabrielly foi, com seus familiares, para a cidade onde estava o ex-companheiro e o filho e acabou assassinada. (Com informações do jornal Rede Notícia ES e TV Gazeta)
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Publicação feita pela família da vítima na manhã desta segunda-feira
Publicação feita pela família da vítima na manhã desta segunda-feira
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Homem de Ferro
03 de setembro, 2025 | 06:24Sai da barraca moreno deixa a policia te pegar que Vai ser melhor,Antes que a galena do dente de ouro te pegar”
Salgado .
01 de setembro, 2025 | 11:15O é de se esperar de uma situação assim .ela Foi atrás de que .? Do homem ou do menino .? Já que separou , deixa pra lá .
Agora ficou difícil . Vai crescer sem a mãe , sem o pai , sem os avós paternos e sem os parentes por parte de pai também , já que estam ajudando na fuga do assassino.
Que a luz divina ilumine e proteja esse criança .”
Marilene
01 de setembro, 2025 | 09:02Que notícia mais triste. Agora ele vai ser preso em breve, vai responder processo na cadeia, ser condenado a no mínimo 30 anos por feminicídio e o filho vai crescer sem a mãe e sem o pai.”