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Além das hospitalizações, Vale do Aço contabiliza seis óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave
As ocorrências de hospitalização por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), entre fevereiro e esta quinta-feira (20/3), tiveram um aumento de, pelo menos, 60 casos na região. Apenas na Região Metropolitana do Vale do Aço (RMVA), composta pelos municípios de Coronel Fabriciano, Ipatinga, Santana do Paraíso e Timóteo, esse número chegou a 92 hospitalizações. Os dados são da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, analisados pela reportagem do Diário do Aço.
Entre os diferentes agentes etiológicos causadores das 118 internações, apenas 4,5% foram por covid-19, 10% por influenza e outros 10% por vírus respiratórios. Nessa esfera, 75% dos casos não tiveram seu agente etiológico identificado. Já na RMVA, pouco mais de 70% dos casos não tiveram sua causa identificada, enquanto 4,5% foram por covid-19, 12,5% por influenza e 10% por outro vírus respiratório.
Óbitos Além das hospitalizações, também foram registrados seis óbitos por SRAG no Vale do Aço, cinco deles apenas na RMVA. A maior parte das fatalidades são de pessoas do sexo feminino, sendo duas de 90 anos ou mais, uma entre 80 e 89 anos e uma criança entre um e nove anos. Os outros dois óbitos são de dois homens, um com a idade entre 60 a 69 e outro entre 80 e 89 anos.
A doença atinge mais idosos e crianças e, não obstante, as faixas etárias com os maiores números de hospitalização por SRAG são de um a nove anos (52) e 80 a 89 anos (12). Das seis faixas etárias entre as mais atingidas houve, em média, 8,3 hospitalizações pela Síndrome Respiratória Aguda Grave.
SRAG no estadoEntre o início do ano e esta quinta-feira, 3.812 hospitalizações por SRAG e 271 óbitos em decorrência da doença já foram registrados no estado de Minas Gerais. Na maior parte dos casos, cerca de 66%, o agente etiológico não foi identificado. Em 17,7% das notificações, o agente causador foi outro vírus respiratório, seguido por covid-19 (13,2%) e influenza (2,8%).