São Francisco, atual campeão paraisense, conqusitou título inédito neste domingo
Campeão invicto da edição 2024/2025 da Copa Itatiaia Vale do Aço. Este foi o grande feito do São Francisco, equipe de Santana do Paraíso, no jogo disputado no último domingo (26), no campo do Social, em Coronel Fabriciano, diante do Iguaçu. O time paraisense conquistou o título com uma vitória de virada, propiciando uma grande comemoração dos seus torcedores presentes ao estádio, bem como, mais tarde, pelas ruas da cidade.
Além do Iguaçu, o São Francisco bateu, ao longo de sua campanha, o Palmeiras, Ajax, Juping e Oriente. Além do título, o São Francisco levou para casa a quantia de R$ 5 mil, bem como garantiu participação na próxima edição da competição, cujo início está previsto para o fim deste ano.
Grande viradaO jogo São Francisco 2 x 1 Iguaçu foi muito disputado, mesmo sob um sol forte na manhã e início da tarde de domingo. Na primeira etapa, o Iguaçu abriu o marcador aos 28 minutos, por meio de Calebe, num chute forte da intermediária. A vantagem parcial permaneceu até o intervalo.
No 2º tempo, em apenas dois minutos, o São Francisco virou o marcador que lhe daria o título. Fez 1 a 1 aos 10 minutos, por meio de Guiu, em cobrança de pênalti sofrido por Peixe. Aos 12, Peixe recebeu uma cobrança de falta rápida e fez o segundo gol, lance muito contestado pelo Iguaçu, devido à posição de impedimento do atacante. O jogo chegou a ser paralisado por vários minutos em virtude desta reclamação, bem como em lances ríspidos na sequência do confronto, que inclusive culminaram nas expulsões de Graveto (Iguaçu) e Vitor Hugo (São Francisco). O árbitro Jardel Rocha acrescentou nada menos do que 15 minutos nesta etapa complementar.
Os campeõesO São Francisco foi campeão jogando com: Bocão, Cesinha, Junão, Perninha e Wellington (Pretinho); Jean, Guiu, Abílio (Gabriel) e Henrique (Júlio); Vitor Hugo e Peixe. Técnico – Alzemar Félix. O volante Guiu foi eleito o melhor jogador da competição.
O Iguaçu foi vice-campeão alinhando: Jhuly, Índio, Mateus Scala, Luan e Lukinha (Michael); Luanzinho (Graveto), Chebinha, Toró (Danilo) e Jefinho; Calebe (Pedro) e Neném (Vitor Kemuel). Técnico – Guilherme Rezende.
O árbitro foi Jardel Rocha Pereira, auxiliado por Gustavo Lucas Andrade e Luany Cristina Cavalcante. Atuaram como 4º e 5º árbitros Fábio Gomes da Silva e Marília Gabriela.
Confira abaixo mais fotos da final, por Eude Aerton/Divulgação