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Carla Serafim pontua que a escrita mudou sua vida de várias maneiras
Por Isabelly Quintão - Repórter Diário do Aço O dia 29 de outubro foi escolhido para celebrar o Dia Nacional do Livro. A data foi escolhida com o intuito de homenagear a fundação da Biblioteca Nacional do Brasil, que ocorreu em 1810, no Rio de Janeiro. Para refletir a respeito, a escritora Carla Serafim, de 26 anos, moradora do bairro Limoeiro, em Ipatinga, contou como a escrita mudou a sua vida.
Carla tem cinco livros publicados, sendo eles “Amores e desamores”, “Agindo com a mente e não com o coração”, “A intensidade mora ao lado” e “O que a mente já entendeu e o coração ainda precisa aceitar”, da editora Uiclap. E "Por aqui, nem tudo são flores ou finais felizes", da editora Devir, poesia e prosa.
Seu sexto livro, “A saudade não vai te trazer de volta”, também da editora Uiclap, está previsto para ser lançado em novembro. Seus livros são vendidos por uma de suas editoras e até mesmo na Amazon. A escritora já participou da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, um evento cultural organizado pela Câmara Brasileira do Livro, que conta com a presença de editoras brasileiras e estrangeiras para apresentar lançamentos e títulos.
Ela, primeiramente, pontua que o livro é uma fonte de conhecimento, inspiração e escapismo. “Ele nos permite explorar novas ideias, culturas e perspectivas, além de estimular a imaginação e o pensamento crítico. Ler também pode ser uma forma de relaxamento e autoconhecimento, contribuindo para o nosso desenvolvimento pessoal e emocional”.
“As pessoas deveriam ter a leitura como hábito porque ela enriquece o conhecimento, desenvolve o vocabulário e melhora a comunicação. Em um mundo cheio de informações, saber interpretar e analisar textos é uma habilidade fundamental”, acrescenta.
OportunidadesCarla também destaca que a escrita mudou a vida dela de várias maneiras. “Após publicar cinco livros, não só consegui ser ouvida, mas também inspirei muitas pessoas. Diariamente, recebo mensagens e avaliações que me mostram o impacto do meu trabalho. Além disso, tive a oportunidade de ver meus livros participando de projetos em escolas, o que me conecta ainda mais com o público. As pessoas me reconhecem como Carla Serafim, e isso traz uma satisfação imensa. Embora eu não viva apenas da escrita, todo o conforto e apoio que recebo são fundamentais para mim. Essa conexão com os leitores e a possibilidade de influenciar positivamente suas vidas são verdadeiramente transformadoras”, conclui.