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08 de maio, de 2024 | 18:05

Concluído inquérito que investigava prática de abuso sexual de adolescente na internet em Ipatinga

Divulgação
A investigação teve início no dia 18 de outubro do ano que passou,A investigação teve início no dia 18 de outubro do ano que passou,

A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Ipatinga anunciou esta semana a conclusão do inquérito policial que apurava a prática de abuso sexual infanto-juvenil por meio da internet.

A investigação teve início no dia 18 de outubro do ano que passou, quando foi deflagrada Operação de Combate ao Abuso Sexual Infanto-Juvenil em Minas Gerais, operação “Mais fortes que o mal". Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão no município na referida data, além de que três aparelhos celulares foram apreendidos. Os envolvidos e as testemunhas também foram ouvidos.

Após investigação e depoimento de testemunhas, perícias técnicas e serviço de inteligência, foi possível identificar a vítima de 17 anos. Também foi possível indiciar o autor, de 20 anos, por armazenar cenas de nudez e sexo da adolescente, além de constrangê-la, mediante ameaça de divulgação de imagens que o mesmo já possuía, para que a vítima enviasse mais fotos e vídeos de conteúdo sexual/pornográfico.

Segundo as investigações, o abusador e a vítima não se conheciam pessoalmente. O criminoso, usando perfis falsos nas redes sociais, fez contato com a vítima por meio do Instagram e conseguiu imagens de nudez e vídeos de conteúdo sexual e pornográfico. Posteriormente prosseguiu com as ameaças e chantagem, para que a vítima fornecesse fotos e vídeos íntimos.

“Participaram da operação à época do fato nove investigadores de polícia civil, três escrivães de polícia e a delegada de polícia titular da Delegacia da Mulher de Ipatinga. O inquérito policial, com 263 páginas, foi instruído com oitiva de diversas testemunhas e envolvidos, além de provas técnicas”, detalha a PCMG.

O abusador foi indiciado pelo crime do art. 241-b da lei 8.069/90 (Estatuto da Criança e Adolescente - ECA), que tipifica a conduta de adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente.

Ele também foi indiciado por um crime conhecido como “sextorsão”, utilização de informações, fotos e vídeos de teor sexual para constranger a vítima a fazer algo mediante ameaça de divulgação desse conteúdo.

A Polícia Civil de Minas Gerais pontuou que o objetivo da operação e conclusão do inquérito policial, com a identificação do autor e da adolescente é “desencorajar os criminosos, mostrando que a PCMG está investigando os crimes, principalmente na internet, onde as crianças e adolescentes podem estar mais vulneráveis”.
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Comentários

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Zé Doido

09 de maio, 2024 | 11:46

“No mínimo esse FDP deve ser mais um cidadão de bem, afinal de contas, o mentor deles já disse ter "pintado um clima" em relação è menor de idade.
Que essa notícia seja amplamente divulgada pra que outros vermes pensem duas, três, mil vezes antes de agirem se escondendo atrás de uma tela.

#RespeitoAoPróximo
#RespeitemNossasCrianças
#IntenetNãoÈTerraDeNinguém
#PornografiaInfantilNão
#ChegaDePedofilias
#BastaDeCrimesVirtuais”

Xisto

08 de maio, 2024 | 23:03

“Estrupo é uma amostra de quão animalesco e doente pode ser um homem. Principalmente ao achar que existir motivo para tal crime.”

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