Jogo no Ipatingão rendeu ao Tombense 3ª maior bilheteria do Mineiro

09/04/2024 às 15:36
Staff Images/Cruzeiro
O duelo Tombense x Cruzeiro lotou o Ipatingão de torcedores celestes

Um dos principais atrativos de um campeonato estadual, tanto para clubes do interior quanto para a torcida que mora longe da capital, é enfrentar um dos grandes de Minas Gerais em casa. Além de ser um evento esportivo mais interessante encarar Cruzeiro ou Atlético, um duelo deste tamanho movimenta toda a cidade e sua economia.

Esse benefício não caiu no colo do Ipatinga, que pelo segundo ano seguido na elite do estadual ficou sem encarar o Cruzeiro. Nesta edição, o duelo contra o Galo foi na Arena MRV, restando ao Tigre receber em casa o América, com torcida infinitamente menor que de Raposa e Galo.

O efeito positivo de encarar um dos grandes ficou com o Tombense, que teve a chance de mandar um duelo diante do Cruzeiro pela semifinal. Como o estádio em Tombos, cidade de 8.609 habitantes, é muito pequeno e não renderia grande retorno financeiro ao time da Zona da Mata, a direção escolheu enfrentar a Raposa no Ipatingão. Decisão acertada, pois a equipe teve renda líquida de 1.273.152,80, com um público de 21.261 (esmagadora maioria de torcedores celestes), com ingressos vendidos a R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia).

O valor arrecadado no Vale do Aço é infinitamente superior ao obtido no Almeidão. A maior renda até então havia sido na estreia do Mineiro, com renda líquida de R$ 3.154,35 diante do Uberlândia. Depois disso, o clube acumulou déficts em três outras partidas em sua cidade natal. Ao longo do Estadual, o Tombense teve lucro líquido de R$ 1.194.791,01, terceira maior bilheteria.

Maior bilheteria
O Cruzeiro lidera o ranking de arrecadação, com lucro de R$ 7.100.292,02 como mandante. Na sequência, aparece o Atlético, que somou R$ 6.430.535,76.
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