28 de setembro, de 2023 | 16:01

Infestação é reduzida, mas mosquito da dengue ainda demanda alerta em Fabriciano

Divulgação
População precisa contribuir para acabar com os focos de larvas do Aedes aegyptiPopulação precisa contribuir para acabar com os focos de larvas do Aedes aegypti

Foi concluído nesta semana mais um Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti em Coronel Fabriciano, o terceiro do ano. O LIRAa de setembro mostrou que a cidade possui 2,7% dos domicílios com focos de larvas do mosquito transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana, informou a administração pública.
O levantamento é uma metodologia que permite de forma rápida, por amostragem, identificar a quantidade de imóveis com a presença de larvas do mosquito.

O índice apontado revela que a cidade está com risco médio de transmissão. O primeiro levantamento do ano ficou em 6,4% e o segundo em 3,4%. O novo resultado ficou inferior, mas ainda requer a atenção da população, visto que o Ministério da Saúde preconiza 1%.

O secretário de Governança da Saúde, Ricardo Cacau, mais uma vez reforçou a importância da participação popular no combate ao mosquito. “O calor chegou e, com ele, as altas temperaturas e possíveis pancadas de chuva, uma combinação perfeita para o surgimento de criadouros do Aedes aegypti. Conseguimos reduzir o índice, mas ainda requer nossa atenção. A gestão tem feito um trabalho importante na cidade de combate ao mosquito, mas sem o apoio da população é impossível acabar com os focos de larvas”, disse.

Bairros com maior índice
Os bairros com maior índice de larvas do Aedes Aegypti são: Santa Terezinha I, com 16,6%; bairro JK com 10%; Mangueiras 6,2%; Aldeia do Lago com 5,5% e São Domingos II com 5.3%.

O levantamento apontou também que a larva foi encontrada em vários depósitos, destaque para: vasos de flor (25%); caixas d’água (12,5%); recipientes plásticos (10,0%); vasos sanitários (7,5%); latas (7,5%); balde (7,5%); bebedouros de animais (5,0%).

Até o momento, foram registrados pela Secretaria de Governança da Saúde 2.656 casos notificados e 1.035 confirmados de dengue; 536 notificados e 248 confirmados chikungunya; 5 notificados de zika.

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