21 de junho, de 2023 | 13:00
Família de ipabense ainda não conseguiu recursos para trazê-lo de volta ao Brasil
Luthesco Ítalo de França mora nos EUA e sofreu um ataque cardíaco em março, que lhe provocou sérias complicações para a saúde
Arquivo pessoal
Luthesco recebeu alta em maio, mas desde então sua esposa ainda não conseguiu um médico para acompanhar seu tratamento e evolução
Stéphanie Lisboa - Repórter Diário do Aço
Luthesco recebeu alta em maio, mas desde então sua esposa ainda não conseguiu um médico para acompanhar seu tratamento e evolução A esposa do ipabense Luthesco Ítalo de França, de 36 anos, mantém a luta para trazê-lo de volta ao Brasil. No mês passado, a reportagem do Diário do Aço noticiou a situação delicada vivida pelo brasileiro e sua companheira nos Estados Unidos. Luthesco, que mora há dois anos na Filadélfia, estado da Pensilvânia, sofreu um ataque cardíaco no dia 7 de março, que lhe provocou sérias complicações para a saúde.
Em maio o ipabense recebeu alta, e foi aí que teve início mais um capítulo dramático na vida da família. Lucilene Helena da Silva, mulher do brasileiro, conta os desafios enfrentados diariamente para conseguir fornecer os cuidados devido ao fato do marido ser imigrante. O hospital não dá assistência nenhuma, não tenho médico para acompanhá-lo, não consegui porque o Luthesco não tem seguro e aqui tem um tal de seguro que você tem que ter para comprar na farmácia, para tudo”, lamentou.
Retorno para casa
O desejo da família é trazer o brasileiro para sua terra natal, para que receba os cuidados devidos. Mas, para isso, Luthesco necessitará de um transporte aéreo apropriado (UTI aérea). O custo de um transporte como este é considerado alto para a família. A meta é conquistar 160 mil dólares (quase R$ 800 mil) em doações.
Uma das formas encontradas para conseguir a quantia foi a criação de vaquinhas, além da realização de eventos. Até o momento, já foi arrecadado pouco mais R$ 13 mil da vaquinha brasileira, 26 mil dólares da campanha nos EUA e mais R$ 40 mil de doações vindas do Brasil e enviadas para a conta de Lucilene. Uma outra conta do exterior tem recebido doações, que são destinadas a arcar com os custos diárias de tratamento do brasileiro.
Pessoas que conhecem fora do país têm ajudado. O dinheiro que eles estão me dando aqui nos Estados Unidos eu tenho comprado material para ele, tudo que precisa no dia a dia, não tem faltado nada, mas está faltando médico para acompanhar”, enfatizou. Quando o marido se sente mal, ela o leva até a emergência. Mas aqui é assim, ambulância cobra mil dólares, emergência cobra mais 600, 400 dólares. Aqui eles cobram tudo”, resumiu.
Para o bem dele
Lucilene acredita que o retorno para o Brasil é necessário, mas sabe que é um valor elevado. É esperar em Deus, porque não é fácil, esse valor é muito alto”, disse. Ela apontou os motivos que justificam a volta para casa. Para procurar ajuda no Brasil seria muito mais fácil. Para o bem dele, para ter cuidados médicos, ele precisa ser acompanhado por fonoaudiólogo e neurologista. Aqui ele não tem acompanhamento nenhum”.
A esposa do brasileiro deixou uma mensagem: Agradeço a todos que eu conheço, não conheço, amigos, vizinhos, toda minha cidade, pessoal dos EUA, de todo lugar do canto do mundo. Que Deus abençoe cada um de vocês”. Lucilene Helena pediu que as pessoas continuem a doar e a divulgar a campanha. Os brasileiros que querem ajudar podem contribuir por meio de Pix. A chave é o CPF 039.080.146-11 (Lucilene Helena da Silva), ou por meio do site vakinha.com.br, o ID é 3718679.
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Bruna Batista de França
22 de junho, 2023 | 15:01Priscila Doris a reportagem nao está se referindo ao SUS ou a quem o critique, o objetivo de trazê-lo ao Brasil é unicamente pra ter um suporte familiar, nesse momento ele precisa de cuidado, e estar junto dos familiares. acho que voce nao entendeu o sentido da reportagem, e vem fazer comentários maldosos, como ja dito todos nos somos livres, você nao e obrigada a ajudar, so não faça comentários maldosos e saiba por por traz de tudo isso tem uma familia e amigos que tem meu irmão como uma pessoa querida, e em relação ao SUS ,como eu já disse que ele não o foco da reportagem, abraço fique com Deus.”
Jose Maria da Silva
22 de junho, 2023 | 07:01Brasileiros sem documento não pagam um seguro de saúde. So pensam em fazer dollars e enviar ao Brasil. Por isso falam tão mal. Ha tambem um seguro de morte que ninguem faz mas quando a pessoa morre os familiares tem de fazer vaquinha para enviar o corpo para o Brasil.”
Lucas
21 de junho, 2023 | 23:12Eu moro no Estados Unidos a 4 anos aki e bom só dólares o resto o Brasil ganha di tudo.eu conheço o rapaz Deus quiser ele vai conserqui pq estamos aki e tudo difícil.só quem está aki q saber oq passa.”
Priscila Doris
21 de junho, 2023 | 18:31Bruna, é fato que todos criticam o SUS, mas em se tratando de saúde não existe en país algum algo que seja melhor ou semelhante. Tenho parentes na Coreia do Sul e ja precisei de ajuda de vizinhos quando passei uma temporada lá. Não falo da solidariedade das pessoas, mas as pessoas antes de criticar o Brasil precisa rever certos conceitos. Nem tudo la fora é melhor que aqui.”
Bruna Batista de França
21 de junho, 2023 | 17:44Meu irmão foi pra lá Priscila Doris , não por causa do SUS , ele foi pra lá assim como muitas outras pessoas embusca dos sonhos , e tão triste ver pessoas jogando pedras em vez de ajudar , Mais peço a Deus que você nunca precise de ajuda ou que caso precisar que não levantem pessoas para acusar ou para jogar pedras. Pois isso e muito triste. Fique em paz, abraços.”
Bruna Batista de França
21 de junho, 2023 | 17:39Tudo que precisamos nesse momento @Priscila Doris e de ajuda não de críticas, meu irmão não foi pra lá por causa do SUS, ele foi em busca dos sonhos como muitas pessoas que foram pra lá . Lamentável e ver em meio essa tristeza ver pessoas como você que não ajudam e só servem para criticar, Que Deus te abençoe Priscila infinitamente. Para nunca precisar de pessoas e essas pessoas virem até a você com pedras . Abraços fica com Deus.”
Fernando
21 de junho, 2023 | 13:39As coisas podem acontecer com qualquer pessoas em qualquer lugar do mundo e hora de ajudar este rapaz é brasileiro e nosso irmão, sugiro que os parentes buscam ajuda ao governo Brasileiro eles tem obrigação de ajudar porque ele Brasleiro.”
Priscila Doris
21 de junho, 2023 | 12:46Marcus H, Se todos fosse morar no exterior para ter melhores condições de vida, os paises subdesenvolvidos não existiriam por falta de habitantes. Esta é a realidade de querer morar fora e achar que lá, principalmente nos Estados Unidos é tudo de bom. Aceita que dói menos.”
Marcus H
21 de junho, 2023 | 12:18Priscila Doris, bem provável que vc seja um homem e está se escondendo atrás das telas. Primeiramente, todo mundo tem o direito de buscar uma vida melhor em outro país ou até mesmo em outro estado. Somos livres! Mas o que fico indignado com seu comentário é a frieza e a falta de sensibilidade com o rapaz e sua família, se não puder ajudar financeiramente ou em orações é melhor prender a língua e parar de dissimular o ódio por ai. Bem provável que o sr ou sra deve ser aquele tipo de gente com a vida muito ruim, pois já li outras reportagens e seus comentários maldosos por lá.”
Observador
21 de junho, 2023 | 11:33No Brasil, qualquer imigrante legal ou ilegal quando sofre acidente ou precisa de tratamento de saúde e levado a rede hospitalar para ser medicado sem nenhum custo e fica até ter condições de ir para casa se secuperar. Já nos Estados Unidos, imigrantes ilegais são tratados como escória da humanidade. Estados Unidos é o "paraíso' que tantos desejam ir morar, só não podem ficar doente, senão vocês estão fud***”
Priscila Doris
21 de junho, 2023 | 09:44Uai? Estados Unidos não é a terra boa, onde tudo é melhor que o Brasil? Não falam tanto mal do SUS?”