13 de junho, de 2023 | 15:17
Presídio de Coronel Fabriciano amplia espaço para receber custodiados LGBTQIA+
Vale do Aço conta agora com unidade prisional mais preparada para receber população LGBTQIA+; servidores passaram por capacitação e internos já foram transferidos
Arquivo DA
A medida serve para coibir, prevenir e minimizar a discriminação e violências direcionadas à comunidade dentro do sistema prisional
A medida serve para coibir, prevenir e minimizar a discriminação e violências direcionadas à comunidade dentro do sistema prisionalO Presídio de Coronel Fabriciano, que faz parte da 12ª Região Integrada de Segurança Pública (Risp), agora conta com ala e um projeto de vivência específicos para custodiados autodeclarados LGBTQIA+ da região do Vale do Aço. O Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG) foi o responsável por despender esforços que pretendem melhorar as políticas públicas voltadas para este público específico.
Até então, a unidade que recebia custodiados LGBTQIA+ no Vale do Aço era a Penitenciária Dênio Moreira de Carvalho, localizada em Ipaba. Porém, com maior demanda de custódia para este público e a percepção da necessidade de melhoria e ampliação da ação e da infraestrutura, o Núcleo de Atenção às Mulheres e Grupos Específicos (NuGE+), a Diretoria de Gestão de Vagas (DGV) e a Diretoria de Segurança Interna (DSI) do Depen-MG trabalharam em parceria com a 12ª Diretoria Regional de Polícia Penal e realizaram um estudo de viabilidade para a transição dessa localidade. Os resultados demonstraram que o Presídio de Coronel Fabriciano era a unidade prisional mais indicada para a implementação do espaço.
Para o diretor regional de Polícia Penal da 12ª Risp, Marilton Carlos dos Anjos Gonzaga, o principal objetivo das mudanças é assegurar respeito e dignidade, garantir a integridade física e psicológica e favorecer o estudo e o trabalho para este público específico”. Ele agradeceu aos envolvidos na operação de transferência e na estruturação da unidade para receber os novos internos.
Capacitação
Para a efetivação da transição dos custodiados, os servidores da unidade de Coronel Fabriciano receberam instruções técnicas que os prepararam para atender o público LGBTQIA+ privado de liberdade. Princípios e diretrizes normativas das políticas, conceitos de sexo, de orientação sexual, de identidade e expressão de gênero e suas diversas formas de expressão estavam no escopo da capacitação.
Também foram abordadas as diretrizes para alocação do público LGBTQIA+ no âmbito do sistema prisional, autodeclaração e o princípio da autodeterminação; escuta qualificada dispensada ao público LGBTQIA+; procedimento de revista; direito à manutenção dos caracteres socioculturais e nome social e os direitos específicos relacionados à saúde.
Desde julho de 2021, a destinação de espaços específicos para pessoas do sexo masculino autodeclaradas como LGBTQIA+ está prevista na Resolução SEJUSP 173. A medida serve para coibir, prevenir e minimizar a discriminação e violências direcionadas à comunidade dentro do sistema prisional.
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Anônimo
20 de junho, 2023 | 09:20Não ampliaram um metro se quer, "os PPs não passaram por treinamento só avisaram alguns que a unidade receberia o público lgbt.
Está tendo tumulto dia após dia.”
Marley
14 de junho, 2023 | 08:06? o fim dos tempos mesmo .
Tanta desgraça acontecendo e as autoridades preocupada em dar regalias aos presos .
O crime compensa mesmo .”
Priscila Doris
14 de junho, 2023 | 07:39Se querem fazer sexo, que faça entre eles, nada de mulher de vagab*** ir visitar preso.”
Kity
14 de junho, 2023 | 04:44Com tantas desgraças no mundo e o povo preocupado com visita íntima.
P começar, no meu entender quem quer ter seus direitos preservados ñ vai contra lei, segundo, se tá preso é pq desrespeitou a lei . Então q p mim ñ deveria existir visita íntima.”
Comedia
13 de junho, 2023 | 20:27Uma mulher sair de casa para dar prazer sexual a um bandido preso é uma aberração”
Visita íntima Que Nada
13 de junho, 2023 | 20:25Quem quiser trancar que não seja preso. Preso se reproduzir é Um absurdo.”
Benedito
13 de junho, 2023 | 18:22Ehhh. A imprensa faz a parte dela, em termos, deveria investigar mais. Na Dênio Moreira existe um pavilhão com 87 celas e no Ceresp tem um anexo, que seria destinado para esse fim. Porque escolher o presídio de Coronel Fabriciano? Verdadeiro retrocesso.”
Justo
13 de junho, 2023 | 17:59Com tanta regalias que dá até vontade de me mudar pra um presídio”
Cidadao
13 de junho, 2023 | 17:34Se for fazer celas separando por genero LGBTQiA......onde iremos parar??”
Roberto
13 de junho, 2023 | 17:15Se as pessoas q lá estão presas preocupassem com momentos íntimos pensasse antes pra cometer algum crime, principalmente os "duzentao " deveria ser proibido pra eles , se não pra todos...”
Denise Vilela
13 de junho, 2023 | 17:03Estão recebendo benefício e os outros presos pagando na pedra. Nem as mulheres presas nunca tiveram tanto privilégio, vai lá na cadeia de Timóteo e pergunta pra ver. Hipocrisia!”
Luana
13 de junho, 2023 | 17:01Venha a público denunciar que agora a discriminação está invertida. Tratamento igual não é sinônimo de privilégios, e nem sei de onde tiraram que houve capacitação, isso é a maior falácia! Se os tratamento continuarem sendo desproporcionais para aparecer bonito para imprensa depois, providências serão tomadas. Não acreditem em nada que consta aqui, é tudo ensaiado e pra inglês ver.”
Gabriela
13 de junho, 2023 | 15:49Quando vão fazer novas celas de íntima ? Porque o presídio quer acolhe os LGBT dando a eles mais direitos do que os presos inclusive é um absurdo a íntima ser de 3 em 3 mês”