24 de agosto, de 2022 | 17:14
Usiminas realiza manutenção do alto-forno 3 e equipamento terá parada programada
Leonardo Galvani
A manutenção do alto-forno 3 não oferece riscos à segurança e à saúde da comunidade, conforme a Usiminas
A manutenção do alto-forno 3 não oferece riscos à segurança e à saúde da comunidade, conforme a Usiminas A Usiminas realizará, nesta quinta-feira (25), uma parada programada no alto-forno 3 para manutenção do equipamento. O comunicado foi divulgado pela empresa à comunidade nesta quarta-feira (24). Esse alto-forno é o maior da planta siderúrgica em Ipatinga, com capacidade para produzir 2,3 milhões de toneladas de ferro gusa por ano.
Conforme o comunicado da Usiminas, foi identificada uma condição atípica no alto-forno 3, que pode gerar ruído perceptível em algumas localidades no entorno à Usina de Ipatinga, especialmente, no período noturno. Devido à complexidade, o tempo necessário para execução das atividades de manutenção e atenção com segurança para as pessoas, foi planejada uma parada programada para intervenção no equipamento nesta quinta-feira (25)”, explica o texto.
O comunicado também ressalta que o processo, que não oferece riscos à segurança e à saúde da comunidade, é devidamente monitorado pelas equipes de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente, Produção e Manutenção”.
Reforma
Em entrevista à imprensa, no dia 21 de junho deste ano, o novo presidente da Usiminas, Alberto Ono, afirmou que a reforma do alto-forno 3 deve ocorrer no segundo trimestre de 2023. A expectativa é que a reforma vá gerar um pico de 8 mil pessoas trabalhando na planta, entendemos que terá um impacto positivo, embora seja temporário (durante 110 dias), mas durante esse período terá um número de vagas expressivo disponibilizado para a comunidade”, destacou na entrevista.
Mão de obra
O executivo também esclareceu, no dia, que a Usiminas Mecânica será um importante fornecedor de serviços durante a reforma do alto-forno 3. Estamos discutindo isso, mas deve ser a principal prestadora de serviço da reforma. Teremos a necessidade de mão de obra qualificada para esse período, estamos trabalhando com parceiros e entidades como o Senai, para formar essa mão de obra, para que seja, à medida do possível, aqui do Vale do Aço. Mas será um grande desafio conseguir essas 8 mil pessoas e esse assunto vem sendo discutido junto com outras áreas na usina de Ipatinga”, salientou.
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