Soldado PM assassinado em BH será sepultado neste sábado em Ipatinga

20/05/2022 às 17:40
Marcilene Neves
Momento do embarque do corpo em uma aeronave da Polícia Militar, que fez no fim da tarde de hoje o traslado do corpo para Ipatinga

O corpo do soldado Gustavo Arruda será sepultado neste sábado, em Ipatinga, sua terra natal. A assessoria de Imprensa da Polícia Militar de Minas Gerais informou que o velório ocorre no bairro Esperança. O enterro está agendado para este sábado, às 11h, no Cemitério Parque Senhora da Paz, no bairro Veneza II.

O soldado Gustavo Henrique Arruda, de 24 anos, lotado no Batalhão de Choque em Belo Horizonte, morreu durante troca de tiros no fim da noite de quinta-feira (19) no bairro Jardim Alvorada, na região Noroeste da capital mineira.

Gustavo é natural de Ipatinga, foi criado no bairro Esperança, conforme apurou o Diário do Aço. Outro PM que atuava na operação saiu ferido e um criminoso morreu durante o tiroteio, além de segundo criminoso também ter saído ferido.

Divulgação
Em Ipatinga, corpo de militar foi transferido do avião da PMMG para carro do Corpo de Bombeiros
A major PM Layla Brunnela afirmou em entrevista à imprensa da capital, nesta sexta-feira (20), que militares foram até o local averiguar uma denúncia de que o dono de uma lanchonete na rua Flor D'água, identificado como Adriano Ferreira de Matos, de 33 anos, era envolvido com tráfico de armas de fogo. Adriano, segundo a polícia, revendia armas para criminosos.

Os policiais foram sem farda e, durante a negociação, houve um desentendimento entre um sargento da PM e o suspeito. O soldado arruda estava à paisana, portanto, sem colete balístico e, ao tentar intervir na confusão, acabou baleado nas costas. Adriano, o dono da lanchonete, segundo a PM, foi quem atirou no militar.

O comerciante e a companheira dele estão presos. O quarto suspeito de envolvimento no caso, um jovem de 23 anos, se entregou na tarde desta sexta (20). Ele é genro de Adriano Ferreira de Matos, dono de uma lanchonete apontado como responsável pelo tráfico de armas. O jovem negou envolvimento com os tiros dados no local do crime, mas confessou que estaria vendendo uma arma que era dele.

O soldado Arruda, natural de Ipatinga, tinha 24 anos e era lotado no Batalhão de Choque, em Belo Horizonte


Sgt Giselle Bitencourt
Cortejo pelas ruas da capital mineira, na tarde desta sexta-feira

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