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05 de março, de 2022 | 06:21

''Ponderação, equilíbrio e responsabilidade''

Senador Alexandre Silveira fala sobre perspectivas para o Vale do Aço e Minas Gerais, demonstra otimismo e diz que ainda é cedo para falar em eleição

Amira Hissa
Silveira: ''Não há desafio ou problema que resista ao bom trabalho''Silveira: ''Não há desafio ou problema que resista ao bom trabalho''

Ex-deputado federal e atual senador por Minas Gerais, Alexandre Silveira tem forte ligação com o Vale do Aço. Os assuntos afeitos à região estão sempre na sua pauta, como ele revela nessa entrevista especial. Isso inclui a BR-381, cujo projeto começou a se desenhar na sua gestão à frente do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes Terrestres (DNIT) e que, aos trancos e barrancos, tem sido tocada há alguns anos. Mesmo discordando de alguns projetos do projeto de concessão, uma coisa o senador tem clara: “Não podemos abrir mão das obras de duplicação, de termos uma rodovia trafegável, duplicada e segura”. Se possível com a integração com a malha ferroviária, melhor ainda, apostando na construção de uma nova ferrovia ligando São Mateus (ES) ao Vale do Aço e em um cenário positivo graças aos bons resultados apresentados pela Usiminas.

A política é outro tema que não sai da pauta de Alexandre Silveira, sobretudo em ano eleitoral. Mas o senador do Vale do Aço e de Minas Gerais – como ele gosta de se definir – considera que ainda é cedo para se tomar qualquer posição. “O Brasil ainda vive, em razão da pandemia e de suas consequências, um momento muito difícil. Temos que juntar o mundo político, líderes empresariais e a sociedade civil para discutirmos soluções viáveis e urgentes para esses desafios”.


Senador, o sr. foi diretor-geral do Dnit e contribuiu com o setor de transportes no Brasil e no Vale do Aço. Agora, as pessoas assistem a essa demora para que seja licitada a concessão das BRs 262 e 381. O leilão foi suspenso pela quarta vez. Por que isso ocorreu?

A questão da concessão da rodovia é muito séria. Eu, particularmente, não considero esse o melhor modelo. Era preciso que o próprio Governo Federal assumisse em definitivo essa obra e fizesse o que precisa ser feito. Mas nós já esperamos isso por anos, e vimos que esse ideal não se concretizou. Então, eu, como todos, me rendo a essa realidade e aceito o fato que a concessão é a forma de resolver definitivamente a questão. Mas, mesmo a concessão, como temos visto, tem passado por alguns percalços. Esses adiamentos – é preciso que sejamos francos aqui ao falar para milhares de pessoas do Vale do Aço que dependem dessa rodovia – estão ocorrendo para que haja a readequação do edital às necessidades do mercado. Da forma como está hoje, o grande temor é que não houvesse nenhum interessado na concessão, o que seria uma sinalização péssima. Eu mesmo disse ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, com o qual converso quase todos os dias sobre a BR-381, que não podemos permitir que isso ocorra. Se foi levado em consideração que a concessão é a melhor solução, é preciso viabilizá-la agora. Então o governo vai ter que abrir mão de recursos ou de perspectivas de recursos em favor do que precisa ser feito. O que não podemos abrir mão mais é das obras de duplicação, de termos uma rodovia trafegável, duplicada e segura. A minha insistência nisso é diária e permanente, e eu não vou parar de falar na cabeça do ministro, do presidente da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), do diretor-geral do DNIT, de todos que forem preciso, enquanto não tivermos uma solução definitiva para a rodovia. Essa obra é a prioridade número 1 do meu mandato como senador, e eu não escondo isso de ninguém. Já passou da hora!


Toda concessão é precedida pela manifestação dos interessados, que podem elaborar o Procedimento de Manifestação de Interesse, onde o futuro licitante pode analisar o processo licitatório, propor mudanças no projeto e até colocar suas sugestões. No caso, esse procedimento foi adotado no Edital das BRs 281-362?

O Ministério dos Transportes e a própria ANTT realizaram os seus procedimentos internos até o lançamento do edital. A audiência pública ocorreu em agosto de 2020. E o próprio ministro me relatou que, até hoje, tem conversado com técnicos e com o próprio mercado buscando soluções para viabilizar em definitivo a concessão da rodovia, o que vai garantir as obras que precisam ser feitas. Do ponto de vista burocrático, portanto, as etapas estão sendo realizadas, inclusive reportando-se aos órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União (TCU), que também acompanham todos esses procedimentos. O que precisamos agora é de uma solução definitiva, que essa burocracia toda se torne em ação concreta, a concretização da concessão e o início das obras. E é isso que tenho cobrado incessantemente e incansavelmente, como disse, quase que diariamente.

''A integração entre rodovia
e ferrovia precisa ser viabilizada
e incentivada cada vez mais''



Essas obras podem se iniciar ainda este ano? E terminariam quando?

Eu espero que sim. É o que todos aguardamos com ansiedade. Dado o nível de intervenção a ser feito na rodovia, a complexidade de todo o projeto, acredito que, mesmo sob a responsabilidade da iniciativa privada, o que vai, com certeza, adiantar os procedimentos, todas as intervenções só devem ser concluídas definitivamente em cerca de seis ou sete anos. É um tempo considerável, sabemos disso, mas não estou aqui para enganar ninguém. O mais importante é que tenhamos uma solução definitiva para a rodovia, que, reitero, garanta a segurança e a vida dos passageiros.


Senador, recentemente assistimos à apresentação de projetos para construção de uma ferrovia ligando São Mateus, no Espírito Santo, ao Vale do Aço. E a proposição da futura permissionária é levar o ramal até o aeroporto de Confins. O sr. acredita que esse projeto vai ser mesmo efetivado? O que pode ser feito para impulsioná-lo? Os prefeitos e a Agência Metropolitana do Vale do Aço podem ajudar?

É, sim, uma proposta extremamente interessante e viável. Para a nossa região isso poderá ser um novo marco de mais oportunidades, geração de emprego e renda. Vai ser, com certeza, mais um atrativo para atração de empresas e novas indústrias. Espero, sim, que esse projeto possa ser efetivado. Acredito que todos os homens públicos precisam colaborar e envidar esforços para que esse projeto saia do papel, e os prefeitos da nossa região farão o que for necessário para a concretização desse projeto. Do que depender de nós, esse projeto sairá do papel o mais rápido possível.


O sr. acha que a agenda política pode atrapalhar o Pro-Trilhos, que autoriza a União a celebrar contratos autorizativos para construção de ferrovias pelo setor privado?

Aqueles que me conhecem sabem da minha franqueza... Nós estamos vivendo no Brasil, infelizmente, um momento de extremos muito forte e que tem prejudicado diversas políticas públicas, não só em Minas, mas em todos os rincões do País. A aproximação das eleições colabora para esse clima de enfrentamento. Mas nós não podemos permitir que a agenda político-eleitoral continue a atrapalhar a economia e o futuro do País. Por isso eu tenho defendido sempre no Senado Federal a ponderação, o equilíbrio e a responsabilidade. Espero, dessa forma, que essa agenda política não atrapalhe. O Governo Federal não conduziu bem essa questão, enviou uma MP ao Congresso Nacional quando já havia um Projeto de Lei em discussão adiantada no Senado Federal. Mas nós resolvemos isso, cumprimos nosso papel e aprovamos um novo marco legal das ferrovias, que hoje é Lei, a Lei nº 14.273, de 23/12/2021, que facilita investimentos privados na construção de ferrovias. Então, do ponto de vista legislativo, temos feito de tudo para garantir a expansão da malha ferroviária no Brasil, especialmente em Minas Gerais. Mesmo em pouco tempo como senador, consegui boa entrada junto a diversos ministérios, departamentos, agências e órgãos federais e, no que depender de mim, tudo o que mais for necessário para garantir o desenvolvimento da nossa região, mais empresas, emprego e renda, será feito.


Senador, há algum estudo para interligação dos ramais ferroviário e rodoviário citados acima?

Essa é a obrigação dos órgãos governamentais e a necessidade que todas as regiões têm para uma infraestrutura logística mais integrada, econômica e que melhore substancialmente o custo Brasil e a competitividade de nossas empresas nos mais variados segmentos. Minas Gerais é o grande Estado logístico do nosso Brasil. Apesar de não termos porto marítimo, temos potencialidades enormes que podem ser melhor aproveitadas se a integração entre diversos modais for mais eficiente. Temos as maiores malhas rodoviária e ferroviária do País, e é preciso que elas estejam integradas para que nossa produção possa escoar de forma mais barata e rápida. No Vale do Aço, em especial, pela nossa localização geográfica, isso pode representar muito mais progresso e desenvolvimento. Por isso, essa integração precisa ser viabilizada e incentivada cada vez mais.


Senador, o sr. acha que a construção da infraestrutura de transporte citada acima vai abrir novas oportunidades para o Vale do Aço em quais áreas?

Não tenho dúvidas de que essas oportunidades virão naturalmente. O que percebemos ao redor do mundo é que aquelas regiões que conseguiram se destacar com uma infraestrutura moderna, ágil e eficiente, saíram na frente e conseguiram se desenvolver de forma mais rápida e sustentável. Nós, felizmente, temos mão de obra qualificada, um povo trabalhador, uma localização geográfica estratégica, ou seja, tudo o que é preciso para atrair mais empresas, gerar mais negócios, e promover o desenvolvimento regional. O que nos falta? Exatamente uma melhor infraestrutura, que não virá apenas por meio dos recursos públicos, não nos enganemos. Para garantir essa infraestrutura, será necessário, a médio e longo prazos, uma parceria estratégica e harmônica entre os entes públicos e os investidores privados. Garantindo isso, com segurança jurídica, não tenho nenhuma dúvida de que seremos novamente uma das regiões de maior crescimento no Brasil.


Senador, a Usiminas obteve o maior lucro da sua história em 2021. O setor siderúrgico brasileiro, que viveu crises sucessivas por décadas, sobretudo pela concorrência chinesa, está dando sinais de vitalidade. O que o sr. considera importante ser feito para que o Brasil volte a ser um participante importante no mercado mundial de aço? Porque, do jeito que as coisas estavam indo, parecia que iríamos nos tornar meros exportadores de minério de ferro...

Essa sua pergunta é muito interessante e muito importante. Sempre foi uma preocupação muito grande minha que agregássemos valor aos nossos produtos, aqui mesmo, no nosso Estado. Porque isso gera uma infinidade de possibilidades, com abertura de novos negócios e a geração de mais empregos e, consequentemente, maior arrecadação de tributos, o que gera a melhoria também dos serviços públicos, tão necessários em nossa Minas. Por isso, os resultados alcançados recentemente pela Usiminas nos enchem de alegria e de esperança. No entanto, ainda sabemos que temos muito o que melhorar do ponto de vista público em todo o País, o que, consequentemente, acarretará em melhorias também para a nossa região. Refiro-me especialmente à questão da infraestrutura, de que falava anteriormente, e da segurança jurídica. O nosso País, infelizmente, ainda não dá a segurança necessária para os investidores, tanto do ponto de vista legislativo, quanto do ponto de vista jurídico. Eu tenho buscado modificar essa realidade com o meu trabalho no Senado Federal, alertando para a necessidade de darmos maior segurança jurídica aos investidores e aos cidadãos. Mas esse não é um trabalho fácil, e que ainda precisamos avançar muito no Brasil. De minha parte não faltarão empenho trabalho e muita dedicação para promover um ambiente adequado para expansão do nosso desenvolvimento econômico e social.

“Os resultados alcançados
recentemente pela Usiminas
nos enchem de alegria
e de esperança”



O sr. Acha que o Brasil pode se tornar novamente competitivo no setor?

Acredito firmemente que sim. O Brasil é um País que gera muita expectativa no mercado internacional. Eu tenho conversado muito com lideranças do setor empresarial, nacionais e estrangeiras, e o que se observa é uma grande curiosidade em relação ao Brasil. Ocorre que, ao longo dos últimos anos, diversas instabilidades políticas e econômicas afastaram muitos desses investidores do nosso País. Porque eles querem, com razão, segurança para aportar dinheiro. Eu acredito que a partir do momento em que garantirmos uma maior estabilidade a esses investidores teremos a atração de muitos negócios, porque o Brasil, como sabemos, ainda é uma Nação que carece de muita infraestrutura. Temos aquilo que é o principal, a necessidade. Não adianta um investidor querer investir recursos em portos, aeroportos, rodovias, armazéns em um país que já conta com toda uma rede de logística pronta. É aqui, portanto, onde ainda temos essa necessidade que esses investidores veem oportunidades. O que precisamos é garantir esse ambiente positivo, que, espero, não tardará a ocorrer no Brasil.


Senador, vamos falar de política. Quem o sr. irá apoiar na disputa presidencial?

Pedro França/Agência Senado
Silveira avalia que ''Não há mais franco favorito quando o assunto é eleição''Silveira avalia que ''Não há mais franco favorito quando o assunto é eleição''
Tenho dito que esse não é ainda o melhor momento para falarmos sobre eleições porque o Brasil ainda vive, em razão da pandemia e de suas consequências, um momento muito difícil. Temos que juntar o mundo político, líderes empresariais e a sociedade civil para discutirmos soluções viáveis e urgentes para esses desafios. Sei que há uma expectativa muito grande em relação a isso, mas ninguém que está passando por necessidades no Brasil real quer saber de eleições. É claro que todos temos nossas preferências político-eleitorais, os grupos com que mais ou menos nos identificamos, mas o momento precisa ser de união, e não de dissenso, em favor das políticas públicas que resolvam as dificuldades pelas quais as pessoas têm passado. Estamos vendo a pobreza que aumenta, o desemprego que ainda é um problema grave, a fome voltando, a inflação que tanto nos preocupa. Por isso acho que o foco tem que ser outro. As eleições discutiremos mais pra frente.


E para governador em Minas Gerais? Vai haver coligação? O sr. Acha que o governador Zema é franco favorito, ou a disputa pode ser equilibrada?

As eleições de 2018 nos mostraram que não há mais franco favorito quando o assunto é eleição. O governador Zema, até por estar no cargo, hoje figura bem nas pesquisas. Mas sabemos que isso não significa muito, faltando 8 meses para a abertura das urnas. O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, que é um outro nome que desponta nesse cenário, também tem uma avaliação muito positiva de seu governo. Na Região Metropolitana de BH, onde é mais conhecido, já está na frente do próprio governador. Acredito, portanto, que será mais uma eleição disputada, decidida de última hora.


O sr. vai apoiar o Kalil? E para o Senado, como ficará a disputa?

O prefeito Alexandre Kalil tem um olhar social muito humano e tem feito uma administração aplaudida em todo o Brasil, tanto que foi reeleito com mais de 63% dos votos em uma eleição com mais de 10 candidatos, muito disputada, o não pode ser desprezado. Ele é hoje o pré-candidato do meu partido, o PSD, ao Governo do Estado. Mas ele mesmo tem dito que está preocupado em fazer uma boa gestão, e não em se firmar como candidato. Não dá para pensar em eleição com tanto tempo de antecedência enquanto se tem uma cidade como BH para administrar bem. No momento oportuno esses apoios ficarão claros e as pessoas poderão optar por um projeto. Quanto ao Senado, eu acabei de assumir a cadeira, tenho conseguido apresentar e aprovar alguns projetos importantes para buscar amenizar os efeitos dessa crise tão grave que vivemos nesse momento. Por isso, fruto do reconhecimento desse meu esforço, eu tenho sido procurado por centenas de lideranças, de todas as regiões do Estado, sugerindo que coloque meu nome para disputar a reeleição ao Senado por Minas Gerais, para continuar esse trabalho importante em favor do nosso Estado. Ainda não decidi o que fazer. Nesse momento, estou concentrado em realizar um bom mandato, para recompensar a confiança que tantas mineiras e tantos mineiros têm depositado no meu trabalho. Há muito por ser feito, e o que não me falta é disposição para trabalhar muito para superar os grandes desafios que Minas e o Brasil têm pela frente.


Qual a mensagem que o sr. deixa para o Vale do Aço?

Minha mensagem é de agradecimento e de esperança. Agradecimento porque, todos sabem, foi aqui no Vale do Aço que iniciei minha vida pública, que cresci com a minha família, que fiz tantos e tantos amigos. Essa região de tanta gente boa e trabalhadora me deu a oportunidade de crescer e me desenvolver como pessoa e como político. É por isso que quero fazer o meu melhor e recompensar tanto carinho que recebo sempre das pessoas daqui. Eu jamais vou deixar de ser grato ao Vale do Aço. E esperança porque o momento está longe de ser o melhor. Mas eu acredito sempre na força do trabalho. Não há desafio ou problema que resista ao bom trabalho. Eu quero continuar trabalhando muito para ajudar a melhorar a vida dos mineiros. É por isso que, mesmo com uma realidade desafiadora que falamos aqui, nas mais diversas áreas, também sou otimista e tenho muita esperança. Nós vamos superar esse tempo e vamos construir juntos um futuro muito melhor para nós, nossos filhos e netos. Acredito e trabalho muito por isso. Quero, portanto, agradecer e levar o meu abraço a todos aqui do Vale do Aço. Contem comigo e com meu trabalho incansável no Senado. (Entrevista concedida a Antônio Nahas Jr. e Jakson Goulart)
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Comentários

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Carla Gomes

08 de março, 2022 | 09:57

“Só de lembrar que esse cara estava por traz do desgoverno Robson Gomes e a catástrofe do setor imobiliário de Ipatinga a partir de 2010, isso me dá ânsia de vômito. Deus nos livre.”

Edmilson

06 de março, 2022 | 07:49

“Estamos cansados de firulas de políticos que só usam a população do Vale do Aço/ Leste de Minas para ganhar eleições. Nesta época começam a aparecer como se aqui vivesse e usassem a BR 381 mal acabada, com buracos e inúmeras vítimas de acidentes, fatais ou não. Essa BR é mais do que descaso, é fonte de enganação. Esse nosso Leste de Minas sempre foi, desde o império, e continua sendo colocado de lado quando se fala em progresso, aqui so acontece exploração. Temos que eleger pessoas da região metropolitana do VA que promovam desenvolvimento em prol da região. Votar em ?estrangeiros? é doar sucesso para outras localidades.
Caros leitores, vamos buscar o desenvolvimento para o VALE DO AÇO votando certo. O voto é uma das ferramentas que nos temos e não podemos desperdiça-lo.”

Ricardo Cacau

06 de março, 2022 | 07:19

“Parabéns Senador Alexandre Silveira pela entrevista, demonstrando ser um político republicano e atuante para o desenvolvimento do Vale do Aço e de todo Estado.”

José Constantino Coronel

05 de março, 2022 | 23:20

“senador Alexandre Silveira, te acompanho há. Ais de 20 anos, e sei o quanto você fez em defesa do vale do aço. Sempre que esteve em cargos públicos nos representou e defendeu. Por isso acredito e confio no seu trabalho, principalmente na luta dessa BR, rodovia da morte. Não aguentamos mais o descaso das autoridades. Depositamos nossa esperança em.seu trabalhos.”

Carlos

05 de março, 2022 | 21:30

“Parabéns Senador! Tem representado muito bem os Mineiros, merece disputar e ser reeleito!”

José Maria de Souza Neto

05 de março, 2022 | 21:06

“Parabéns senador, representatividade e luta por nosso região!!!!”

Cleivison Almeida Martins

05 de março, 2022 | 20:40

“Estamos juntos Senador.”

Adriano de Oliveira e Silva

05 de março, 2022 | 20:38

“Parabéns Dr Alexandre, agora temos um Senador, o Leste de Minas é que ganha.....
Sempre preocupou com todo Leste de Minas.”

Thiago Torres

05 de março, 2022 | 20:31

“Senador Alexandre Silveira tem trabalhado muito para nosso Vale do Aço. Somos gratos pelo grande apoio que tem dado em nossa querida Timóteo.
Conte com nosso apoio.
Obrigado por tudo.”

Nacife

05 de março, 2022 | 20:31

“Parabenizo nosso Senador Alexandre Silveira, senador por Minas e carinhosamente senador da cidade de Belo Oriente , pelo empenho , dedicação , comprometimento com os seus municípios mineiros. #estamosjuntos.”

Observador

05 de março, 2022 | 18:33

“Oh Jornal Diário do Aço, me ajude aí;
Esse homem deixou Ipatinga às moscas, depois que usou e abusou do município, muitas empresas e construtoras quase faliram por causa da ganância desse homem e vocês ainda tem coragem de dedicar uma página inteira dando moral a quem não deveria sequer colocar os pés no Vale do Aço e principalmente em Ipatinga, mas ele é cara de pau demais pra isso e ainda acha uma mídia que o coloca em evidência, que decepção.”

Observador

05 de março, 2022 | 18:03

“Você colocou o Robson na prefeitura em 2010 pra ser seu prefake, daí meteu TAC em Ipatinga pra não poder ter certos tipos de construções pra privilegiar sua Alexandria.
Nós sabemos o que você fez no verão passado.”

Observador

05 de março, 2022 | 18:01

“E a Alexandria, aquela sua cidade fantasma, como vai?”

Gildázio Garcia Vítor

05 de março, 2022 | 15:34

“O Dr. Alexandre não pode deixar de levar em consideração, que a sua eleição para o Senado Federal foi como suplente do Anastasia, portanto, acho muito arriscado ele concorrer ao Senado, ainda mais com apenas uma cadeira em disputa. O mais "ponderado, equilibrado e responsável", no momento, seria tentar uma cadeira de Deputado Federal ou Estadual. Mire-se no exemplo do Aécio Neves. E, como em 2002, se estiver com o Lula, estamos juntos.”

Rodrigo n

05 de março, 2022 | 14:53

“? de um cinismo aterrador. Daqui eu vejo o que o senhor fez no passado.”

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