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O aporte é de R$ 280 milhões para o Hospital Libertas, montado na sede do antigo escritório central da Usiminas, na região da Pampulha
A Fundação São Francisco Xavier, entidade beneficente mantida pela Usiminas, e que atua há mais de 52 anos nas áreas da Saúde e Educação, prepara sua chegada à capital mineira com um plano de atuação no atendimento médico-hospitalar. O aporte é de R$ 280 milhões para o Hospital Libertas, montado na sede do antigo escritório central da Usiminas, na região da Pampulha.
Conforme nota divulgada pela assessoria da FSFX, o novo hospital irá gerar em torno de dois mil empregos entre diretos e indiretos. “O projeto do empreendimento está a todo vapor no icônico prédio onde funcionava a sede da Usiminas e tem previsão de inauguração para março de 2022”, afirma a nota da instituição.
O Libertas terá 380 leitos para atendimentos de alta e média complexidade. A A previsão é que o funcionamento seja iniciado em etapas com a abertura inicial de 140 leitos e um corpo clínico com aproximadamente 250 médicos, além de toda a equipe multidisciplinar como enfermagem, fisioterapia, nutrição, psicologia, assistência social e de suporte.
Para o presidente da Fundação São Francisco Xavier, Salvador Prado Junior, o objetivo é levar toda a experiência e conhecimento da Instituição para a população de Belo Horizonte e Região Metropolitana. “Estamos vivenciando um momento em que todas as atenções estão voltadas para a saúde, que é o nosso bem maior. É com muita satisfação que anunciamos o nosso projeto de instalação do novo hospital, que recebeu o nome Libertas, e de consolidação do nosso plano de saúde - Usisaúde. Com certeza, são iniciativas importantes para contribuir para uma assistência à saúde de qualidade e humanizada, que são o nosso foco principal”, destacou.
Questionada pelo Diário do Aço a respeito dos atendimentos pelo SUS no novo hospital, a assessoria da FSFX respondeu que, "em toda sua história, a FSFX sempre destinou recursos para atender pacientes do Sistema Público de Saúde. Essa questão vendo sendo estudada e está em fase de análise junto aos órgão competentes".
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O novo hospital terá 380 leitos para atendimentos de alta e média complexidade e a previsão é que o funcionamento seja iniciado em etapas com a abertura inicial de 140 leitos
Experiência A Fundação São Francisco Xavier administra atualmente cinco hospitais, quatro em Minas Gerais e um no estado de São Paulo. Dos hospitais em Minas, dois em Ipatinga (Hospital Márcio Cunha, Unidades I e 2), um em Itabira (Hospital Municipal Carlos Chagas) e um em Timóteo (Hospital e Maternidade Vital Brazil). Em São Paulo, o hospital em Cubatão (Hospital de Cubatão).
“Somos referência em todas as regiões onde atuamos”, ressalta o presidente Salvador Prado Júnior. Em Ipatinga, por exemplo, o presidente explica que o Hospital Márcio Cunha (HMC) a área de alta complexidade tem 548 leitos e atende a uma população de mais de 840 mil habitantes em 35 municípios do Leste mineiro.
“O HMC integra o seleto grupo de hospitais que possui a certificação internacional da Det Norske Veritas International Accreditation Standard (DIAS/NIAHO), patamar alcançado por apenas seis instituições brasileiras. Em 2019, tornou-se o primeiro Hospital do Brasil a conquistar o Prêmio HIMSS Elsevier Digital Healthcare Awards, dedicado a validar a excelência no uso de informações e tecnologia para melhorar a qualidade da saúde, o cuidado e a segurança do paciente. Ele é referência no Estado, sendo quarto em número de partos pelo SUS e o quinto em internações. Foi o primeiro hospital do país a obter o nível 3 da Organização Nacional de Acreditação (ONA)”, detalha.
Para o diretor de Hospitais da Fundação São Francisco Xavier, o médico Mauro Oscar Soares de Souza Lima, “é essa experiência em cuidar de gente com respeito, carinho e eficiência que queremos também oferecer à população belo-horizontina. A nossa qualidade e competência pode ser constatada nos números, mas vai além deles. Está na simpatia de um enfermeiro, no cuidado de um técnico de enfermagem, na presteza de um recepcionista, na qualidade técnica e humana do corpo médico”, conclui.