Tiago Araújo
Edilar Luciano Vitali é diretor-presidente da Cipalam
Voltada para a produção de barras, perfis laminados e tubos de aço, a Companhia Ipatinguense de Laminação (Cipalam) está com um projeto de expansão na unidade localizada no bairro Bom Sucesso, em Santana do Paraíso. Calcula-se que os investimentos seriam na ordem de R$ 300 milhões.
Conforme o diretor-presidente da Cipalam, Edilar Luciano Vitali Alves, o projeto de expansão da unidade da empresa em Santana do Paraíso foi apresentado, dia 8 de setembro, na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), em Belo Horizonte.
Assistiram à apresentação do projeto o governador do Estado, Romeu Zema, o presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, dirigentes da entidade e secretários estaduais. Edilar afirmou ao Diário do Aço que os participantes puderam conhecer os detalhes do projeto de expansão.
EmpresaCom mais de 300 funcionários e atendendo a clientes em todos os estados do Brasil, mais o Paraguai, a Cipalam atua na produção de barras, perfis laminados e tubos de aço que podem ser empregados em vários segmentos, dentre eles, a construção civil, na indústria mecânica estrutural e outros. Atualmente, a empresa conta com duas unidades no Vale do Aço, uma no bairro Iguaçu, em Ipatinga, e outra no bairro Bom Sucesso, em Santana do Paraíso.
OrigemConforme Edilar Luciano, a Cipalam teve início com suas operações em 1985 e começou com uma capacidade de 500 toneladas por mês de laminados. Do pioneirismo de Raimundo Anício e Ita Drumond a empresa evoluiu e superou as adversidades que o mercado impõe. “A partir daí a empresa foi se expandindo, com toda responsabilidade social que temos juntos aos moradores do bairro. Já em 1995 iniciaram-se os projetos para o início de outra unidade, que fica em Santana do Paraíso e que hoje já está plenamente em operação, sendo a nossa maior capacidade de produção”, contou em entrevista ao Diário do Aço.
CapacidadeA unidade de laminação no bairro Iguaçu tem uma capacidade de produção de 7,5 mil toneladas por mês de perfis e barras, enquanto a de Santana do Paraíso tem uma capacidade de 12 a 13 mil toneladas/mês. Com isso, a empresa tem a capacidade instalada de aproximadamente 20 mil toneladas de aço/mês, além de quatro mil toneladas de tubos e perfis.