08 de setembro, de 2021 | 10:00

Mais remessas de vacinas contra a covid-19 são distribuídas hoje no Vale do Aço

Fábio Marchetto/Divulgação
As novas doses de vacinas entregues são referentes às 46ª e 47ª remessas As novas doses de vacinas entregues são referentes às 46ª e 47ª remessas

A Superintendência Regional de Saúde (SRS), em Coronel Fabriciano, distribuirá, nesta quarta-feira (8), as 46ª e 47ª remessas de vacinas contra a covid-19 para os municípios da macrorregião do Vale do Aço. Conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES), foram enviadas para a SRS, nesses últimos dois lotes, 16.626 doses da Pfizer e 23.720 da Coronavac. O quantitativo destinado para cada município pode ser conferido no site www.agenciaminas.mg.gov.br.

Na segunda-feira (6), o Governo de Minas Gerais deu início ao repasse de 284.592 doses de vacinas Pfizer (46ª remessa), além de 429.800 doses da Coronavac e 176.172 da Pfizer (partes estas da 47ª remessa) para as Unidades Regionais de Saúde (URS’s).

Os imunizantes da Pfizer (46ª e 47ª remessas) são destinados à aplicação da segunda dose em adultos a partir de 18 anos de idade. Já os da Coronavac darão continuidade à vacinação das pessoas de 35 a 39 anos.

Até o momento, o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), já repassou aos municípios 22.344.609 doses de imunizantes contra a covid-19. A cobertura vacinal da população acima de 18 anos está em 81,85%. Já a porcentagem da segunda dose está em 36,63%. Mais informações estão disponíveis em www.coronavirus.saude.mg.gov.br/vacinometro.

Efeitos adversos

Conforme a SES-MG, os riscos de eventos adversos ou reações à vacina, como se faz referência de maneira informal, são muito baixos. Entre janeiro a julho de 2021, 92,64% dos casos de eventos adversos notificados foram classificados como de baixa gravidade, com ocorrência de febre ou dor no local de aplicação. “A possibilidade de uma segunda reação a partir da segunda dose é considerada remota. Há menos relatos de eventos adversos na segunda dose, o que poderia ser explicado como decorrência da existência de anticorpos produzidos a partir da primeira aplicação. Assim, além da segurança de se tomar a vacina, a probabilidade de um novo evento adverso é muito pequena”, afirma a SES.
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