19 de julho, de 2021 | 16:48

Ritmo popular no combate à violência contra a mulher

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A iniciativa fortalece o protagonismo das mulheres na sociedade A iniciativa fortalece o protagonismo das mulheres na sociedade

“A aglomeração marca as manifestações da cultura popular, que precisou se reinventar por conta da necessidade do distanciamento social”. Desta reflexão, conforme a produção, surgiu “O Maracatu e o combate à violência contra a mulher”, projeto que, originalmente, teria oficinas presenciais de construção dos instrumentos alfaia e agbê e ritmos do maracatu, com exibição de filme ao ar livre e rodadas de conversa. Mas, como não foi possível dessa forma em razão da pandemia, a programação migrou para o YouTube e disponibiliza videoaulas gratuitas.

Conforme a produção, o objetivo é valorizar a cultura popular, com ligação no ritmo do maracatu, “fortalecendo o protagonismo das mulheres no enfrentamento à violência de gênero, buscando mudar a realidade atual”. As oficinas escolhidas para abrir o projeto são: “Construção de alfaia”, com a publicitária Enyály Poletti e inscrições abertas até 21 de julho (quarta-feira); e “Construção de agbê”, com a batuqueira e fotógrafa Dani Dornelas e inscrições até 22 de julho (quinta-feira).

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O filme 'Mães de Pina' encerra a programação do projeto em julhoO filme 'Mães de Pina' encerra a programação do projeto em julho

Dentro da programação no restante do mês, com transmissão no canal do YouTube (maracatumulheres), no dia 22 será a oficina de alfaia e no dia 24, a de agbê. Já no dia 26 será abordado “Ritmos do maracatu”, sobre a diversidade de instrumentos e técnicas originais do estilo. Para completar, no dia 29, o projeto vai exibir o documentário “Mães do Pina”, do diretor Léo Falcão, que dá visibilidade ao legado cultural do grupo de mulheres religiosas do bairro Pinha, em Recife (PE). Mais informações pelo telefone: (31) 98515-1174.
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