10 de junho, de 2021 | 06:25

Dia dos Namorados: o romantismo que movimenta o varejo

A época mais romântica do ano, o Dia dos Namorados, está chegando. Sendo assim, os apaixonados de plantão já devem estar com tudo em mente para surpreender o parceiro. Seja comprando um buquê de flor para a namorada, preparando um jantar especial ou, até mesmo, produzindo uma lembrança de forma artesanal, o que não pode é deixar essa data passar em branco.

Especialmente, em um momento em que o contato social tem sido limitado, por conta da pandemia do coronavírus, demonstrar afeto é mais do que importante. Afinal, é preciso lembrar que este é o segundo ano do Dia dos Namorados desde o começo da pandemia da covid-19, no entanto, a expectativa de vendas é positiva para o comércio.

Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a data deve movimentar R$1,8 bilhão no varejo brasileiro deste ano. Além de um crescimento de 29,4% em relação à mesma data no ano passado, período marcado pelo início do processo de flexibilização da economia após as restrições sanitárias.

Ainda de acordo com a CNC, o dia 12 de junho é um momento super importante para o varejo e que tende a ir além do comércio de bens. Isso significa que a ocasião deve impulsionar também o setor de serviços, como a cadeia de restaurantes.

Associada à data, o vestuário se destaca como o carro-chefe das vendas. A pesquisa realizada pela CNC revela que o segmento de vestuário, de calçados e acessórios deverá movimentar R$ 797 milhões, o equivalente a 44% do total de compras.

Para o economista da CNC responsável pelo estudo, Fabio Bentes, essa expectativa em relação à maior movimentação em 2021 está relacionada a redução nos níveis de isolamento social. “Na segunda quinzena de maio do ano passado, por exemplo, a concentração de consumidores em áreas comerciais havia recuado 53% em relação à circulação verificada antes do início da pandemia, de acordo com monitoramento realizado junto ao Google. Embora o consumo presencial ainda não tenha se normalizado, na segunda metade de maio de 2021 a concentração da população nestas áreas aumentou, situando-se 22% aquém da circulação considerada normal”, pontua.
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